Psiquiatras relatam um problema ainda mais sério: o uso de forma "recreativa", simplesmente para "curtir o barato".
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Diagnosticado clinicamente com transtorno de ansiedade, o estudante universitário Pedro Henrique Alves Pereira, de 21 anos, toma o medicamento com o princípio ativo zolpidem nos momentos de crise, quando tem dificuldade para dormir. Na última quarta-feira, 9, ele tomou o comprimido, mas foi fazer um lanche rápido, o que contraria a principal recomendação dos médicos para este remédio: tomá-lo já deitado, pronto para o sono. Como consequência, Pedro teve alucinações e chegou a realizar uma compra de dois pacotes de viagens para Buenos Aires, na Argentina, no valor de R$ 9,2 mil.