Informação foi dada por técnico que estava dentro da alegoria, no dia do acidente
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| © Reuters |
Apenas duas das quatro travas de segurança foram colocadas no carro alegórico da escola de samba Unidos da Tijuca, que desabou durante desfile do grupo especial, na Sapucaí, na segunda-feira de carnaval.
A informação foi dada pelo operador de máquinas Anderson Amorim, que trabalhava dentro da alegoria, durante depoimento à polícia.
Ele garantiu que não houve falha mecânica no elevador hidráulico que sustentava a plataforma do terceiro andar, como chegou a ser cogitado por dirigente da agremiação.
"O laudo da perícia ainda não saiu e ainda não tivemos acesso ao carro, que está no barracão da escola. O técnico contou que não teve tempo de acionar todas as quatro travas do carro. Ele só conseguiu fixar duas, antes de as pessoas começarem a dançar em cima do carro. Sem todas as travas, provavelmente a plataforma não aguentou. É a escola que autoriza a subida dos componentes. Lá de dentro ele não tem noção disso", explicou a advogada Renata Pires. As informações são do G1.
Segundo ela, Anderson ia colocar a terceira trava quando a plataforma desabou."Não é ele quem coordena a subida das pessoas no carro. Ele é o responsável por içar e travar o elevador hidráulico. Pelo que entendi, isso acontece em etapas e elas não estavam concluídas. Se ele não tivesse conseguido colocar pelo menos duas travas, não estaria aqui hoje", destacou Renata.

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