Deputado cassado teria entrado de 'penetra' no esquema, pois partido não pretendia partilhar dinheiro com ele
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| © Flickr / PMDB Nacional |
A cúpula do PMDB admite, a portas fechadas, que os R$ 4 milhões que ex-Odebrecht disseram em delação terem repassado para o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi partilhado também com o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha.
A jornalista Andréia Sadi revelou em seu blog no "G1" que a direção do PMDB não pretendia repassar o dinheiro a Cunha, mas ele teria se envolvido no esquema para garantir uma parte do valor arrecadado.
Ainda de acordo com o texto, peemedebistas que acompanharam as negociações em 2014 disseram que R$ 1 milhão seria pago para peemedebistas do Rio de Janeiro, R$ 2 milhões para os da região Sul e R$ 1 milhão para a Bahia.
No entanto, o deputado cassado teria cobrado cerca de R$ 1 milhão diretamente da empreiteira, o que causou confusão entre os peemedebistas. O responsável pelo repasse dos valores, o ministro Padilha, precisou intervir para resolver a questão.

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