Arquivos ainda mostram que a rede social considera como suas principais rivais os apps que não permitam compartilhar seu conteúdo na rede social
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Como conta o 'Business Insider', o Facebook cortou o acesso do app de vídeo do Twitter, o Vine, aos dados dos usuários na rede social. Ao mesmo tempo, Zuckerberg decidiu dar acesso privilegiado a determinados parceiros, como o Airbnb ou a Netflix. Por fim, a Vine não vingou e acabou abrindo caminho para uma aposta do Facebook enquanto plataforma de vídeos.
Outros documentos revelam ainda que o Facebook tentou, em 2015, ter acesso a informação de SMS e chamadas dos usuários sem a sua permissão. O objetivo era alimentar funcionalidades da rede social, como a sugestão de amigos, uma iniciativa que teria ficado pelo caminho pelo receio de enfurecer a base de usuários.
Os documentos ainda mostram que o Facebook considera como suas principais rivais os apps que não permitam compartilhar seu conteúdo na rede social. O chinês WeChat, por exemplo, tinha especial atenção de Zuckerberg, que queria impor à empresa as suas políticas com mais afinco.
A decisão de tornar os arquivos públicos partiu do responsável pelo Comitê para o Digital, Cultura, Mídia e Esporte do Reino Unido, Damian Collins. O político conservador explicou no Twitter o motivo da decisão:
"Há um interesse público considerável em compartilhar esses documentos. Eles levantam questões importantes sobre como o Facebook trata dados de usuários, as suas políticas para trabalhar com desenvolvedores de aplicativos e como exercem a sua posição dominante no mercado das redes sociais. Não sentimos que tivemos respostas diretas do Facebook sobre estes assuntos importantes, motivo pelo qual estamos a publicando os documentos", escreve Collins.
Via...NOTÍCIAS AO MINUTO


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