Jornalistas e políticas são os perfis mais vulneráveis na rede social
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Segundo a organização de direitos humanos, este é o seu maior estudo já realizado sobre ataques digitais a mulheres, que contou com a participação de 6.500 voluntários de mais de 150 países. A iniciativa foi realizada em parceria com o site Troll Patrol, que examinou 228 mil tuítes enviados para 778 políticas e jornalistas nos Estados Unidos e Reino Unido em 2017.
“Esses resultados comprovam o que as mulheres têm dito – que o Twitter tem um problema com racismo, misoginia e homofobia”, afirmou a diretora da Anistia Internacional do Reino Unido, Kate Allen.

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