Com a recusa de Curitiba, o acordo de delação foi fechado em 2018 com a PF e homologado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal
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| © Marcos Corrêa/PR |
Com a recusa de Curitiba, o acordo de delação foi fechado em 2018 com a Polícia Federal e homologado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal.
O sócio da Engevix diz que fez o repasse da propina à Argeplan por meio de uma subsidiária da Engevix, uma empresa chamada Alúmi, que tinha um contrato de prestação de serviços de mídia com o aeroporto de Brasília. A Alúmi diz ter feito um contrato de R$ 1 milhão com outra empresa do amigo de Temer, a PDA Projeto, por serviços que nunca foram executados. A defesa do coronel Lima diz que ele prestou os serviços pelos quais a Alúmi pagou R$ 1 milhão.
A força-tarefa da Lava Jato nunca explicou por que rejeitou a proposta de delação da Engevix.

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