O funkeiro já gravou com Nego do Borel e participou do bloco Fervo da Lud, de Ludmilla
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| © Reprodução / Facebook (Foto de arquivo) |
Segundo o desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado, citado pelo jornal “Extra”, o DJ atuava como "olheiro" do tráfico e, ainda, era responsável pela organização de bailes e produção de músicas que enalteciam traficantes. Além dele, outras dez pessoas estão envolvidas no mesmo processo.
"O 35º denunciado Rennan, vulgo 'DJ Rennan', e o 36º denunciado, Lucas, exercem a função de 'atividade' ou 'olheiro', eis que relatam a movimentação dos policiais. Ademais, destaca-se que o 35º denunciado Rennan, vulgo 'DJ Rennan', e o 36º denunciado Lucas atuam organizando bailes clandestinos nas comunidades e produzindo músicas ('funks') enaltecendo o tráfico de drogas", diz o texto.
O funkeiro chegou a ser inocentado na primeira instância, mas foi condenado em segunda instância após recurso do Ministério Público do Rio (MP-RJ).
A produção do DJ Rennan da Penha foi procurada pela reportagem do “Extra” e informou que iria entrar em contato com o advogado cantor. Porém, o contato não foi retornado.
Rennan é um dos idealizadores de um dos mais populares bailes funks do Rio de Janeiro, o "Baile da Gaiola", promovido na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte da cidade. O funkeiro já gravou com Nego do Borel e participou do bloco Fervo da Lud, de Ludmilla.

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