A paralisação foi em razão do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, contra a reforma proposta pela gestão do presidente Jair Bolsonaro
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| © Reuters / Nacho Doce |
De acordo com o Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo), a paralisação foi em razão do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, contra a reforma proposta pela gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
O protesto afetou 33 garagens no município. Muitos passageiros foram pegos de surpresa com a falta dos ônibus nos terminais.
A SPTrans (empresa responsável pelo transporte coletivo municipal) informou que a manifestação surpresa prejudicou o deslocamento de 1 milhão de pessoas que utilizam 3.820 ônibus distribuídos em 561 linhas.
Por volta das 5h45, a frota de coletivos já circulava pela capital paulista, mas "ainda com reflexos no atendimento ao usuário."
A empresa responsável pelo sistema de ônibus informou que vai multar as operadoras que descumprirem as primeiras partidas programadas.
"A equipe de fiscalização da SPTrans orienta os passageiros nos terminais e permanece monitorando a operação das linhas a fim de auxiliar a população", segundo trecho de nota.

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