Informação foi passada à polícia por uma testemunha
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| © REUTERS |
A informação foi dada por uma testemunha à polícia, segundo informações do portal Uol. A pessoa ouvida contou que o suspeito, apreendido nesta terça-feira (19), falou sobre o ocorrido por meio de mensagens.
Investigações apontam que ele tenha ajudado a planejar o atentado. Guilherme e Luiz Henrique de Castro mataram 8 pessoas, no último dia 13, e depois se mataram.
Ainda conforme o Uol, em uma conversa pelo WhatsApp com uma pessoa não identificada pela polícia, em 18 de outubro do ano passado, o suspeito relatou qual seria sua "estratégia para fazer o atentado" na escola.
No dia do massacre, ele escreveu novamente para o contato desconhecido, pediu para apagar a conversa e disse não estar chocado com a tragédia. "É uma coisa que eu faria mesmo. Porém, minha irmã estava lá".

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