domingo, 21 de fevereiro de 2021

Recuperação do Museu Nacional do Rio dá mais um passo

 

O edital para selecionar a empresa responsável pelo projeto executivo de reconstrução das áreas internas do palácio já tem uma empresa vencedora, que deve concluir esta etapa em 18 meses

© Reprodução/ epoca.globo.com

O projeto de recuperação do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, incendiado em 2018, deu mais um passo. O edital para selecionar a empresa responsável pelo projeto executivo de reconstrução das áreas internas do palácio já tem uma empresa vencedora, que deve concluir esta etapa em 18 meses.


Pararelo a isso, nos próximos dias, será iniciada a higienização e estabilização dos elementos arquitetônicos e artísticos que não se perderam no fogo e que serão restaurados. Entre eles, há ornamentos do Jardim das Princesas e do Paço de São Cristóvão, e também a escadaria monumental do Palácio e algumas partes do piso e das pinturas decorativas.

Já para abril, o Museu prevê o início das obras de restauro das fachadas e coberturas do bloco histórico do paço. Mas o diretor do Museu, Alexander Kellner, ressalta que a continuidade do projeto de reconstrução exige mais verbas.

O total estimado para a recuperação do museu é de R$ 379 milhões. Até o momento, cerca de R$ 245 milhões já foram captados e uma parte foi aplicada nas etapas concluídas ou em andamento. Além de recorrer à bancada federal, o Museu também busca mais parceiros na iniciativa privada. Somente para a elaboração do projeto executivo serão investidos cerca de R$ 2.700 milhões, obtidos graças a uma parceria entre a Unesco, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a qual o Museu é ligado, e o Instituto Cultural Vale.

O Museu Nacional é a mais antiga instituição científica do país, criada em 1818 por Dom João VI, e que posteriormente foi transferido para o palácio centenário na Quintada Boa Vista, que já foi residência da família real brasileira. Além do trabalho de divulgação, a instituição também é um dos principais centros de pesquisa em ciências naturais do país.

O incêndio ocorrido em setembro de 2018 destruiu boa parte do palácio histórico, e também do acervo de pesquisa e exposição. Mas muitas peças foram encontradas nos escombros, após um intenso trabalho de resgate, e agora o projeto avança para recuperar as estruturas físicas.

VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO

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