segunda-feira, 5 de abril de 2021

Brasil tem 9º dia com média de mortes acima de 2,5 mil óbitos

 

Brasil tem 1.233 mortes por Covid em 24 h e tem pior semana da pandemia com mais de 19 mil óbitos

© Getty Images

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil registrou, neste domingo (4), 1.233 mortes por Covid e 30.939 casos da doença. A queda nos números é esperada para um domingo de feriado. Em recessos, os dados da Covid no país costumam ser menores, por atrasos de notificação nas secretarias de saúde. Mesmo com os dados menores, o país teve a pior semana da pandemia, com 19.231 mortos, de segunda, 29 de março, até este domingo.

O país chegou a 331.530 mortes pela Covid e a 12.983.560 pessoas infectadas desde o início da pandemia.
Já são quatro semanas seguidas de recordes semanais de mortes. Antes da atual, a pior semana havia sido a anterior (de 22 até 28 de março), com 18.184 mortes. A semana anterior a essa (15 a 21 de março) também havia sido a pior, com 15.788 mortes.

A média móvel de mortes também teve uma redução e chegou a 2.747. Na última semana, a média móvel permaneceu dois dias acima de 3.000 mortes por dia. A média é um instrumento estatístico para suavizar variações de dados.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 20 estados.

Já foram aplicadas no total 24.864.037 doses de vacina (19.474.826 da primeira dose e 53.89.211 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 12,10% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 3,35%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 291.024 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 46.850, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​

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