A resistência italiana, alinhada à francesa, está ligada a pressões do setor agrícola por maiores garantias. Para contornar essas objeções, o Parlamento Europeu aprovou salvaguardas mais rígidas para produtos sensíveis, além da proposta de criação de um fundo de compensação de 1 bilhão de euros e do reforço nos controles fitossanitários
| Tânia Rêgo/Agência Brasil |
As declarações de Pinho ocorrem após o adiamento da assinatura do pacto comercial UE-Mercosul, inicialmente prevista para 20 de dezembro e depois remarcada para o início de janeiro de 2026. O acordo avançou apesar de resistências internas, concentradas sobretudo na França e na Itália, enquanto a maioria dos Estados-membros europeus segue favorável à sua conclusão.
Anteriormente, em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, reafirmaram o compromisso de concluir a assinatura em janeiro. Segundo eles, o adiamento ocorreu em razão da necessidade de finalizar procedimentos internos no Conselho.
A resistência italiana, alinhada à francesa, está ligada a pressões do setor agrícola por maiores garantias. Para contornar essas objeções, o Parlamento Europeu aprovou salvaguardas mais rígidas para produtos sensíveis, além da proposta de criação de um fundo de compensação de 1 bilhão de euros e do reforço nos controles fitossanitários. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, indicou que Roma pode apoiar o acordo “em no máximo um mês”.
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