"Cada centímetro extra em um traje conta. Se o seu traje tiver uma área de superfície 5% maior, você voa mais longe", disse Sandro Pertile, diretor de provas masculinas da FIS.
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"Cada centímetro extra em um traje conta. Se o seu traje tiver uma área de superfície 5% maior, você voa mais longe", disse Sandro Pertile, diretor de provas masculinas da FIS.
Durante entrevista nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina, o diretor-geral da Wada, Olivier Niggli, afirmou não ter conhecimento do caso.
"Não estou ciente dos detalhes do salto de esqui e de como isso poderia melhorar o desempenho. Se alguma coisa vier à tona, iremos investigar e ver se está relacionada a doping. Não abordamos outros meios [não proibidos] de melhorar a performance."
O presidente da Wada, Witold Banka, reagiu em tom de brincadeira: "O salto de esqui é muito popular na Polônia, então prometo que vou analisar isso".
A FIS, por meio de Bruno Sassi, disse que não há indícios nem provas desse tipo de prática. Os atletas são medidos com scanners 3D e usam apenas “roupa íntima elástica e justa ao corpo”. As regras permitem tolerância de 2 a 4 cm e medem também a altura da virilha, com acréscimo de 3 cm para homens. O efeito do ácido pode durar até 18 meses.
O texto relembra tentativas anteriores de manipulação: em agosto, Marius Lindvik e Johann Andre Forfang foram suspensos por três meses após adulteração de trajes no Mundial de Trondheim, embora depois se concluísse que não sabiam do caso.
Milão-Cortina 2026 começa nesta sexta (6/2) e vai até 22/2, com estreia do salto em 9/2. O Brasil participa desde 1992 e terá 15 atletas em cinco esportes, sendo 11 nascidos no país. Lucas Pinheiro, Pat Burgener, Augustinho Teixeira e Giovanni Ongaro nasceram fora, mas representam o Brasil.
O texto também explica que o ácido hialurônico é usado em preenchimentos e pode gerar ganho de 1,5 a 2 cm, segundo Ubirajara Barroso Jr. Flávio Rezende afirma que 34 ml podem gerar 1 cm e que "Hoje é possível chegar a 3 ou 4 cm de ganho, dependendo do conhecimento técnico do profissional e da estética, para que a intervenção não fique perceptível". O procedimento exige reaplicações e tem baixa taxa de complicações quando feito corretamente, mas especialistas alertam para riscos em autoaplicações.
"A gente vê casos de autoaplicação, como se fosse a mesma coisa que passar um creme no rosto. O pênis é um órgão único, cheio de vasos sanguíneos, nervos e outras estruturas, com funções sexuais e urinárias", disse Fernando Facio. Ele explica que, se aplicado no lugar errado, pode não surtir efeito, e em casos graves pode causar necrose ou embolia, com risco à vida.
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