Sem calendário oficial até o momento, tendência é que o abono anual seja pago entre abril e junho, mantendo o modelo adotado pelo governo desde 2020 e beneficiando aposentados e pensionistas da Previdência Social.
| © Marcello Casal JrAgência Brasil |
Nos últimos cinco anos, a antecipação do chamado abono anual foi usada como instrumento para aquecer a economia e reforçar o orçamento de milhões de segurados. Como o pagamento já integra a previsão orçamentária, a mudança não amplia despesas públicas, apenas altera o período em que o dinheiro é liberado.
Se o modelo recente for repetido, os depósitos devem ocorrer entre abril e junho, divididos em duas etapas. A ordem segue o número final do benefício, desconsiderando o dígito após o traço.
Têm direito ao 13º quem recebeu, ao longo do ano, aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Beneficiários do BPC e da Renda Mensal Vitalícia ficam de fora, já que esses pagamentos não têm natureza previdenciária.
Em geral, a primeira parcela corresponde à metade do valor total e não sofre desconto de Imposto de Renda. Já a segunda parte inclui eventuais tributos para quem é contribuinte. Quem começou a receber o benefício depois do início do ano recebe o valor proporcional.
Após a oficialização do calendário, as informações poderão ser consultadas pelo aplicativo e site Meu INSS ou pelo telefone 135. O número final do cartão do benefício é o que determina a data exata do depósito.
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