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sábado, 28 de novembro de 2015

Qual é a intensidade dos bombardeios dos EUA contra o 'Estado Islâmico'?

A coalizão liderada pelos Estados Unidos está bombardeando posições do grupo extremista autoproclamado "Estado Islâmico" diariamente.
São pouco mais de duas incursões a cada hora, diariamente, há 450 dias.
Veja neste vídeo uma comparação sonora entre a campanha atual e as operações aéreas no conflito na Sérvia, em 1999, e na Segunda Guerra Mundial.




Fonte>> BBCBrasil

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Os ataques contra o 'Estado Islâmico' estão funcionando?




Desde o início dos ataques aéreos contra posições do grupo extremista autodenominado "Estado Islâmico", em agosto de 2014, mais de 8,3 mil bombas já foram lançadas em regiões controladas pelos radicais islâmicos.
Apesar de ser alvo de mais de 17 bombardeios por dia, realizados pela coalizão liderada pelos Estados Unidos, o grupo extremista vem conseguindo manter suas posições, o que levanta a questão: os ataques estão funcionando?
A pergunta se tornou mais urgente após a entrada da França e da Rússia na ofensiva, em resposta aos ataques recentes do "EI" em Paris e contra um avião comercial russo, que deixaram mais de 350 mortos.
O "EI" está espalhado por áreas extensas, em vilas e cidades, o que dificulta uma ação efetiva contra o grupo.
Especialistas alertam para o risco de uma campanha exclusivamente aérea apenas elevar o número de interessados em se juntar ao "Estado Islâmico". Afirmam ainda que a ação de forças terrestres é fundamental para retomar regiões controladas pelos extremistas.
Há ainda o perigo de uma invasão sem planejamento para o pós-guerra, que poderia repetir o caos registrado após os conflitos no Iraque e no Afeganistão.

Fonte>> BBCBrasil

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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Marido faz carta ao 'EI' em homenagem à esposa morta em Paris: 'Não terão o meu ódio'

A mulher de Antoine Leiris foi uma das 129 vítimas fatais dos ataques em Paris na última sexta-feira. Ela estava na casa de shows Bataclan, palco da maior das carnificinas.

Tomado pela dor da perda, Leiris escreveu um texto que viralizou nas redes sociais: uma carta em homenagem à esposa e também um recado ao grupo que se autodenomina "Estado Islâmico" e que assumiu a autoria dos ataques: "Vocês não terão o meu ódio".

"Na noite de sexta-feira, vocês roubaram a vida de um ser humano excepcional. O amor da minha vida, a mãe do meu filho. Mas vocês não terão meu ódio", era o início da carta de Leiris.





Fonte>> BBCBrasil

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Facebook bloqueia conta de mulher chamada Isis: ‘Acha que sou terrorista’.

Isis é a sigla em inglês do grupo jihadista Estado Islâmico.
Ela enviou a cópia do passaporte três vezes para provar que se chamava Isis.

A engenheira Isis Anchalee teve a conta no Facebook; Isis também é a sigla em inglês para Estado Islâmico. (Foto: Arquivo Pessoal/Isis Anchalee)Facebook bloqueou sem justificativa a conta de uma engenheira chamada Isis, que coincide com a sigla em inglês para Estado Islâmico. Depois de ter o acesso barrado mesmo comprovando sua identidade, ela desabafou nesta terça-feira (17) no Twitter: “Facebook acha que eu sou terrorista”.Chamada Isis Anchalee, a engenheira trabalha em San Francisco, na Califórnia (EUA), o mesmo em que a rede social está sediada. Ela também é conselheira da entidade Women Who Code, voltada à promoção da maior inclusão das mulheres em empresas de tecnologia.
Recentemente o Estado Islâmico (EI ou Isis) assumiu dois grandes ataques terroristas, a queda do avião da companhia aérea russa Metrojet e dos atentados à cidade de Paris. As duas tragédias deixaram 224 e 129 pessoas mortas, respectivamente.
Após ter sua conta no Facebook bloqueada, ela enviou por duas vezes cópias de seu passaporte. O objetivo era comprovar de que se tratava de uma pessoa real e que usava o nome verdadeiro, e não se tratava de um perfil destinado a propagandear as ideias do grupo jihadista.
Como não conseguiu sequer uma resposta da rede social, Isis resolveu contatar a empresa pelo Twitter. “Facebook, porque vocês desabilitaram minha conta pessoal? Meu nome real é Isis Anchalee”, escreveu na segunda-
Como não obteve resultado nem foi respondida pela empresa, ela voltou à carga no dia seguinte. “Facebook acha que eu sou terrorista. Aparentemente, enviar a eles uma cópia do meu passaporte não é bom suficiente para eles reabrirem minha conta.”
Depois de fazer o envio pela terceira vez, a engenheira foi contatada por Omid Farivar, um pesquisador do Facebook. “Isis, desculpa por isso. Eu não sei o que aconteceu. Eu reportei isso às pessoas certas e nós estamos trabalhando para consertar isso”, afirmou, no Twitter.
Farivar não só se desculpou como disse que o assunto estava resolvido. “Atualização: sua conta deve voltar. Desculpas novamente.”  Leia mais>> G1



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França pede a Twitter e Facebook que censurem foto do Bataclan.


Imagem mostra vários corpos após ataque que matou ao menos 80.
Google também tenta evitar que Maps vincule casa de shows ao EI.

Policial acompanha vítima com camiseta coberta de sangue após ataque terrorista que deixou dezenas de mortos no Bataclan, famosa sala de shows de Paris, na França (Foto: Philippe Wojazer/Reuters)
O Ministério do Interior da França pediu a Twitter e Facebook, mediante um requerimento judicial, que retirem uma foto feita na casa de shows Bataclan em que aparecem vários corpos após o atentado de sexta-feira (13) em Paris, informaram nesta quarta-feira (18) diferentes fontes.

Ambas as redes, que receberam este requerimento na segunda (16), aceitaram o pedido, mas somente no que diz respeito ao território francês.

Na segunda-feira (16), o Google também tentava mudar o fato de o Maps vincular o Bataclan ao grupo jihadista Estado Islâmico(EI).

A petição, divulgada no site do organismo de investigação americano Lumen, invoca um "grave atentado à dignidade humana", assim como "ao sigilo da investigação".

"Recebemos esta petição na segunda-feira. Fizemos com que a foto postada por um de nossos usuários desaparecesse", informou um porta-voz do Facebook, que nunca intervém de maneira prévia a respeito dos conteúdos publicados por seus usuários.

"A divulgação realizada por nossa comunidade é o meio mais rápido de localizar um conteúdo", explicou o porta-voz.

Após o pedido, o Twitter aplicou de maneira sistemática um filtro cinza ao tuíte contendo a foto em questão. Neste caso, também se aplica para os internautas residentes na França, confirmou uma fonte próxima a este caso.  Fonte>> G1

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Ataques em Paris: Pais enfrentam o desafio de explicar os atentados a crianças.

A visão de uma criança sobre os atentados que deixaram 129 pessoas mortas em Paris está comovendo usuários de redes sociais.

Na entrevista, concedida à TV francesa Canal+, o menino, de seis anos, diz que os atentados ocorreram porque "eles são muito, muito malvados" e que agora as pessoas precisarão se mudar.
O pai do menino interfere e diz que eles não precisam sair de casa. "A França é nossa casa."



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'Parecia Bagdá', diz brasileira sobre operação policial ao norte de Paris.

A brasileira Silvia Capanema acordou por volta das 4h (1h no horário de Brasília) com o barulho de sirenes a menos de 500 metros de sua casa, no centro Saint-Denis, cidade colada ao norte de Paris. Depois vieram tiros e explosões ao longo da manhã.
Da BBC Brasil em Londres
Grande operação no subúrbio de Paris terminou com dois mortos e ao menos sete detidos
"Foi assustador. Foram muitos tiros. Falei para o meu marido: 'Parece Bagdá'", disse a historiadora de 36 anos, vereadora desde o ano passado no município do subúrbio de Paris.
Pela televisão e pelas mídias sociais, Silvia e o marido, um urbanista franco-brasileiro, entenderam o que o ocorria: uma grande operação da polícia francesa em um apartamento da cidade em busca dos autores dos atentados que na última sexta-feira deixaram 129 mortos e centenas de feridos em Paris.
"O prefeito deixou claro que não era para sair às ruas. Comércios e escolas não abriram de manhã e continuaram fechados à tarde", conta Silvia, ao descrever o "clima de pânico e medo" que tomou conta da cidade por várias horas. A filha de Silvia, de 17 meses, não pôde ir à escolinha.
Para Silvia, é preciso reconstruir espaços da sociedade civil para evitar agravamento das tensões étnicas após atentados
A situação começou a se acalmar no início da tarde, com moradores tentando retomar a rotina aos poucos. Sobre o sentimento geral diante dos atentados, ela prevê: "Será preciso ainda muita união até que as pessoas digam: é preciso sair de casa e ocupar os espaços públicos".

Observação social

Pela própria condição de imigrante, Silvia é uma observadora atuante da realidade multicultural francesa. Mudou-se para o país em 2002 para um mestrado em História e acabou ficando. Concluiu o doutorado e passou em concurso para a Universidade Paris 13 em 2010, ano em que obteve nacionalidade francesa.
Após a naturalização, começou a militar no PCF (Partido Comunista Francês), que predomina em Saint-Denis há quase cem anos. No ano passado, elegeu-se conselheira (cargo equivalente ao de vereador no Brasil) com uma plataforma focada nos direitos de mulheres e imigrantes.
Natural de Belo Horizonte, Silvia milita no Partido Comunista Francês, pelo qual se elegeu vereadora e deputada distrital em Saint-DenisEm abril deste ano, Silvia venceu outra eleição, desta vez para o conselho distrital de Saint-Denis, que reúne 21 cidades da região. O cargo não tem equivalente no sistema político brasileiro, mas seria algo entre o de vereador e deputado estadual. E como sua coligação venceu a eleição, ela assumiu um posto no Executivo do distrito, justamente na pasta de Juventude e Luta contra Discriminações.

Leia mais>> BBCBrasil..

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Polícia parisiense encontra material que pode ter sido usado para fazer bomba

A polícia francesa está investigando locais de Paris que poderiam ter sido usados pelos autores dos ataques de sexta-feira, com um saldo de ao menos 129 mortos e centenas de feridos.
Um dos pontos da investigação está focado em Salah Abdeslam, suspeito de ser o oitavo atirador e, agora, alvo de uma grande operação de busca internacional. Ele alugou um apartamento e dois quartos de hotéis na cidade.
Agora, imagens exibidas pela mídia francesa de um dos quartos de hotel revistados mostram seringas e tubos no local, materiais que poderiam ser usados na fabricação de bombas.



Fonte>> BBCBrasil

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Vídeo mostra caças franceses a caminho da Síria para bombardeio.


Um vídeo divulgado pelo Ministério de Defesa da França mostra caças militares franceses partindo em missão contra alvos do grupo autodenominado Estado Islâmico em Raqqa, na Síria.

A ofensiva contra a considerada 'capital' do 'EI' ocorre dois dias depois de o grupo extremista assumir a autoria da série de ataques em Paris, que deixou pelo menos 129 pessoas mortas.

Vinte bombas foram lançadas. Segundo o Ministério de Defesa da França, vários alvos foram atingidos, incluindo um centro de comando, um depósito de munição e um campo de treinamento para combatentes.





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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Paris: Vídeo mostra momento de ataque à casa de shows.

Imagens mostram o momento do ataque no interior da casa de shows Le Bataclan em Paris, na noite de sexta-feira.

Uma série de disparos ininterruptos pode ser ouvida durante a apresentação da banda de rock americana Eagles of Death Metal. Pelo menos 89 pessoas foram mortas no interior do teatro.

Os ataques deixaram até agora pelo menos 129 mortos e 350 feridos.




Leia mais>>>BBCBrasil

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