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quinta-feira, 8 de maio de 2025

Campos Neto diz que informou Comissão de Ética Pública sobre cargo no Nubank, mas governo nega

A lei que determinou autonomia do Banco Central em 2021 proíbe, durante seis meses após a saída da presidência ou da direção da autarquia, atividade profissional (com ou sem vínculo empregatício) ou controle societário em instituições sob fiscalização do BC, como é o caso do Nubank

© Marcelo Camargo/Agência Brasil
(FOLHAPRESS) - A CEP (Comissão de Ética Pública) nega ter recebido consulta do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto sobre supostos conflitos de interesse ao divulgar que deve assumir funções no Nubank. Comunicado da fintech divulgado na terça-feira (6) afirmou que a comunicação havia sido feita.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Campos Neto cita erro de projeções e diz que 2024 tem boa chance de viés mais positivo

"É difícil falar sem colocar em perspectiva que as análises econômicas têm errado muito ultimamente", disse durante entrevista à jornalista Miriam Leitão, na GloboNews

© Reprodução Notícias ao Minuto

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, avaliou que 2024 tem uma "boa chance" de apresentar um viés mais positivo para o crescimento do que o que se projeta atualmente. "É difícil falar sem colocar em perspectiva que as análises econômicas têm errado muito ultimamente", disse durante entrevista à jornalista Miriam Leitão, na GloboNews. A conversa exibida na madrugada desta quinta-feira, 28, foi gravada no dia 21 de dezembro.

terça-feira, 7 de novembro de 2023

Entre emergentes, Brasil tem processo de desinflação abrupto, diz Campos Neto

Em países avançados, destacou, a Inglaterra está com queda menos acentuada

© Reprodução Notícias ao Minuto

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que a inflação cheia está caindo bastante no mundo, mas as taxas de juros tendem a se manter altas por mais tempo. Em países avançados, destacou, a Inglaterra está com queda menos acentuada. Nos países emergentes, o Brasil está com processo de desinflação "abrupto".

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Campos Neto sobre votar com camisa da Seleção: 'Hoje, pensando, eu não faria isso'

Apesar de ter dito que não repetiria o ato hoje, o banqueiro central não se mostrou arrependido

© Reprodução Notícias ao Minuto

Pela primeira vez, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que, se "tivesse pensado", não teria ido votar na eleição presidencial de 2022 vestindo a camisa da Seleção Brasileira de Futebol, que virou símbolo do Bolsonarismo. A escolha da roupa é até hoje criticada por várias alas políticas - principalmente do PT - e até por correntes de economistas que defendem, assim como Campos Neto, a autonomia da autoridade monetária. "Obviamente, hoje, pensando, eu não faria isso. Não parei para pensar (na ocasião)", afirmou ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, exibido na madrugada desta terça-feira, 3.

quarta-feira, 28 de junho de 2023

Comissão do Senado quer ouvir Campos Neto

O presidente da CAE, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), disse que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) foi uma "notícia positiva" e que espera uma redução da taxa de juros

© Getty

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou ontem um novo convite para que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, compareça ao Senado para explicar os rumos da política monetária e o patamar da taxa básica de juros (Selic), hoje em 13,75% ao ano.

domingo, 21 de maio de 2023

Campos Neto: Precisamos focar em fazer mais reformas estruturais

Ele participou de evento organizado pela autoridade monetária nesta sexta-feira, 19, em São Paulo.

© Getty

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que o País precisa se focar em promover mais reformas estruturais para reduzir a taxa neutra de juros e aumentar o crescimento potencial do PIB. Ele participou de evento organizado pela autoridade monetária nesta sexta-feira, 19, em São Paulo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Campos Neto reitera que quer trabalhar junto com governo federal

Ele participou de evento do BTG Pactual na manhã desta terça.

© Getty
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou nesta terça-feira, 14, que quer trabalhar junto com o governo federal e está à disposição para oferecer uma opinião técnica ao Executivo. Ele participou de evento do BTG Pactual na manhã desta terça.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Campos Neto reconhece inflação acelerada e fala em trabalho difícil do BC

"É importante ser realista e entender o quão disseminada está a inflação e será difícil trabalho do BC", disse ele, participante de painel no IX Fórum Jurídico de Lisboa, na capital portuguesa

© Getty Images

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reconheceu nesta terça-feira, 16, que a inflação acelerou e teve piora quantitativa e qualitativa em todos os aspectos e, por isso, destacou que o trabalho do BC é difícil. "É importante ser realista e entender o quão disseminada está a inflação e será difícil trabalho do BC", disse ele, participante de painel no IX Fórum Jurídico de Lisboa, na capital portuguesa, organizado pela Universidade de Lisboa, Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Fundação Getulio Vargas (FGV).

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Campos Neto: BC não alterará plano de voo a cada número novo de alta frequência

 

"Vamos levar a Selic aonde precisar, mas não vamos reagir sempre a dados de alta frequência", disse, durante participação no evento MacroDay 2021, do BTG Pactual

© Getty Images

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira, 14, em seu último evento antes do período de silêncio antes do Comitê de Política Monetária (Copom), que o BC não irá alterar o plano de voo de política monetária a cada número novo de alta frequência de inflação que seja divulgado. Frisou, no entanto, que a taxa Selic será levada onde for preciso para alcançar a meta de inflação. "Vamos levar a Selic aonde precisar, mas não vamos reagir sempre a dados de alta frequência", disse, durante participação no evento MacroDay 2021, do BTG Pactual.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

BC fará o que for necessário para atingir meta de inflação, enfatiza Campos Neto

 

"Temos os instrumentos, podemos fazer o trabalho. Estamos comunicando ao mercado. Com mais transparência em que como usamos nossos instrumentos."

© Getty Images

presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, enfatizou que a autarquia "fará que o que for necessário para atingir a meta de inflação". "Temos os instrumentos, podemos fazer o trabalho. Estamos comunicando ao mercado. Com mais transparência em que como usamos nossos instrumentos."

Campos Neto reconheceu que houve mais surpresas de alta na inflação nos últimos meses, com os choques se espalhando, com os preços de serviços acima do esperado no IPCA - o índice oficial de inflação - em julho.

Ele ainda comentou que há muita desancoragem nas expectativas de inflação em 2021, com os choques do início do ano, em alimentos, energia e agora com a seca. "As pessoas começaram a revisar as expectativas de 2022 para cima. Mencionamos na nossa comunicação as diferenças nas expectativas entre alguns participantes do mercado e nosso modelo. É importante comunicar isso com transparência, com a ênfase nos que estamos fazendo e na lógica por trás. Estamos olhando para o nosso cenário base, para o balanço de riscos e interpretando os dados."

Ruídos internos

O presidente do Banco Central avaliou que as incertezas internacionais estão maiores, mas reconheceu que os ruídos internos têm tido grande peso na majoração das expectativas do mercado para a inflação de 2022. "Há um aumento do ruído da parte institucional de como o Brasil funciona, a briga entre os Poderes. Ultimamente há outra dimensão desse ruído, relacionada a novos projetos enviados pelo governo ao Congresso, como o novo Bolsa Família, que mercado tem associado com as eleições do próximo ano", afirmou.

Para Campos Neto, quando o governo explicar o novo programa social - Auxílio Brasil - funcionará e como ele será pago, essa incerteza no mercado deve se reduzir. "Tão logo o governo deixe claro que o novo programa social não irá quebrar a lei de responsabilidade fiscal, tudo ficará claro. Entendo o ruído que está ocorrendo, e entendo que o governo precisa passar uma mensagem muito responsável de como o caminho fiscal continuará a partir daqui", acrescentou.

O presidente do BC destacou que é importante entender como o fiscal impacta a inflação no momento atual e ao longo do tempo. "Há alguns meses estávamos falando em uma relação dívida/PIB de 94%, 95% a 100%. Agora estamos falando que a dívida/PIB ficará mais próxima de 80%, em um patamar muito melhor. E de um déficit fiscal de 1,7% do PIB neste ano, teremos algo entre zero e 0,5% em 2022, também muito melhor. E ainda assim, o ruído fiscal está predominando", completou.

Mercado de crédito

Campos Neto afirmou também que, apesar de algum avanço dos juros ao longo da curva, a maioria dos produtos ainda têm taxas perto das mínimas e o crédito ainda está crescendo em diversos segmentos. Destacou que, depois de um crescimento forte com as medidas feitas pela autarquia desde o início da pandemia, as taxas de crescimento do crédito têm se normalizado, como o esperado.

O presidente do BC ainda repetiu que as micro e pequenas empresas tiveram mais acesso ao crédito durante a crise provocada pela covid-19. Campos Neto ainda citou o grande movimento de IPOs no mercado recentemente.

Ele participou nesta quinta-feira de webinar promovido pelo Council of the Americas.

VIA...NOTÍCIAS AO MINUTO

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Campos Neto: países com mais gastos na pandemia evitaram queda profunda do PIB

 

Ele comentou sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de países como China e Estados Unidos, por exemplo, que "destoam claramente" de outras economias

© Getty Images

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quinta-feira que os governos que destinaram mais recursos para evitar as consequências econômicas da pandemia de coronavírus apresentaram menos impactos. "Quando olhamos o mundo emergente, vemos que países com maiores gastos, como o Brasil, evitaram uma queda mais aprofundada e recuperação mais rápida", afirmou durante o Congresso Nacional Abrasel, realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Melhora na economia ficou mais clara, diz presidente do Banco Central

Campos Neto indicou que o BC deverá estimular a liberação de crédito para as micro e pequenas empresas com base na diminuição do custo dos bancos em reter capital.

Melhora na economia ficou mais clara, diz presidente do Banco Central
© Reuters

A precisão de queda de 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB) - soma dos bens e serviços produzidos no país - divulgada pelo Banco Central (BC) no fim de junho, pode não se concretizar, disse hoje (16) o presidente do órgão, Roberto Campos Neto. Em transmissão ao vivo para executivos de um banco, ele disse que a tendência de recuperação da economia ficou mais clara nos últimos 15 dias.
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