De acordo com o cirurgião vascular e presidente da SBACV - SP, Walter Campos Júnior, a periodicidade de acompanhamento de uma doença vascular pré-existente pode variar de uma semana a seis meses, de acordo com a gravidade
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A necessidade de isolamento social fez com que muitos deixassem de lado o acompanhamento médico de doenças vasculares crônicas. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP), durante esse período, houve um aumento de casos de trombose venosa, embolia pulmonar e urgências arteriais, que podem ser explicadas pela incidência de eventos trombóticos relacionados à infecção por SARS-Cov-2 e, também, pela negligência à supervisão da especialidade.

