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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

MG: veja como ajudar afetados pelas chuvas; governo alerta para golpes

Doações podem ser feitas à Defesa Civil de Minas Gerais

© Tânia Rêgo/Agência Brasil

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema reforçou nesta terça-feira (24), durante entrevista coletiva, que a maior necessidade neste momento nas cidades atingidas pelas chuvas é de ajuda humanitária organizada e segura. 

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Multinacionais que doaram para Trump têm fábricas no Brasil que podem ser afetadas pelo tarifaço

Empresas como a fabricante de máquinas Caterpillar, as farmacêuticas Dow e MSD (Merck Sharp & Dohme), além de nomes tradicionais como General Motors, Toyota, Johnson & Johnson, Pepsico e Bayer destinaram milhões de dólares para a posse do líder americano, em janeiro deste ano.

© Pixabay
THIAGO BETHÔNICO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quando contribuíram para que a cerimônia de posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos fosse a mais cara da história do país, unidades americanas de multinacionais com presença no Brasil sabiam que o novo governante prometia uma guerra tarifária. Agora, as operações brasileiras desses grupos se preparam para sentir esse efeito.

domingo, 26 de maio de 2024

Defesa Civil do RS contabiliza 200 toneladas de alimentos doados

Itens foram distribuídas em 167 municípios

© Rovena Rosa/Agência Brasil

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou um levantamento com todas as doações recebidas em meio à tragédia climática que atinge o estado. Segundo os dados, foram doados 1,5 milhão de litros de água potável e 202,2 toneladas de alimentos diversos.

domingo, 6 de novembro de 2022

Bolsonaro foi campeão de doações privadas com quase R$ 90 milhões arrecadados

O financiamento empresarial aos candidatos está proibido desde 2015, mas o poderio econômico continua influenciando o pleito –em menor grau– por meio da doação, como pessoa física, de empresários e executivos.

© Getty

LUCAS MARCHESINI E RANIER BRAGON
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O financiamento privado das eleições de 2022 teve como maior beneficiário o presidente Jair Bolsonaro (PL), que declarou à Justiça ter recebido quase R$ 90 milhões. O valor representa 7% de todas as doações da eleição e 82% de toda a receita informada pela campanha do chefe do Executivo.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Supermercados arrecadam doação para distribuir cartões de R$ 100 em compras

A iniciativa contribui para os esforços de combate à fome na pandemia e estimula as vendas do setor

© Shutterstock

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Supermercados do país estão em busca de doações para converter em cartões de R$ 100 que serão oferecidos para famílias em vulnerabilidade fazerem compras em suas lojas. A iniciativa contribui para os esforços de combate à fome na pandemia e estimula as vendas do setor.

terça-feira, 5 de maio de 2020

União recebeu R$ 20,3 milhões em doações de itens contra covid-19

O Ministério da Economia também recebeu R$ 2 milhões em computadores portáteis e tablets.

© Pixabay

As doações ao Ministério da Economia de equipamentos de combate à pandemia de coronavírus totalizam R$ 20,3 milhões, divulgou hoje (4) a pasta. Desde abril, o Ministério da Economia está recebendo, de pessoas físicas e de empresas, bens relacionados à saúde, como máscaras, álcool em gel, termômetros e luvas, até equipamentos tecnológicos como computadores e tablets.

terça-feira, 24 de março de 2020

Empresários doam R$ 5 milhões para fundo de cestas básicas

São Paulo e cidades do interior do Estado receberam as cestas

© Arquivo / Rafaela Frutuoso
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Alguns dos maiores empresários do Brasil montaram um fundo inicial de R$ 5 milhões para fazer chegar cestas básicas a cerca de 60 mil pessoas em 52 favelas e comunidades pobres durante a crise do novo coronavírus.

domingo, 13 de novembro de 2016

Prefeitos ricos financiam vereadores

Levantamento encontrou pelo menos 32 casos de repasses deste tipo neste ano

© DR
Metade dos vereadores eleitos de Betim (MG) possui uma "dívida de gratidão" com Vittorio Medioli (PHS), que tomará posse como prefeito em janeiro. Um dos candidatos mais ricos da eleição municipal de 2016, Medioli pagou do próprio bolso suas despesas eleitorais e ainda injetou R$ 1,9 milhão nas campanhas de 228 concorrentes à Câmara Municipal, 11 dos quais foram eleitos.

Não se trata de um caso isolado. Segundo levantamento do Estadão Dados, 32 candidatos a prefeito fizeram doações que totalizaram pelo menos R$ 50 mil reais a cada um dos postulantes, dentro de um conjunto de 2.537 colegas de partido ou coligação que concorreram a vagas em câmaras municipais. As contribuições foram tanto em dinheiro quanto em material de propaganda ou combustível.
Os maiores volumes de recursos foram doados por candidatos com patrimônio farto e que bancaram as próprias campanhas, como João Doria (PSDB), em São Paulo, Rubens Furlan (PSDB), em Barueri, e Flori Luiz Binotti (PSD), em Lucas do Rio Verde (MT), além de Medioli - todos eleitos.
Candidatos a prefeito têm um duplo incentivo para contribuir com as campanhas de vereadores. Em primeiro lugar, eles formam um exército de cabos eleitorais. E também montam antecipadamente uma base de apoio no Legislativo, em caso de vitória.
Em Lucas do Rio Verde, a situação é similar à de Betim: quase a metade dos vereadores eleitos (4 de 9) recebeu ajuda financeira de Flori Luiz Binotti. No total, ele distribuiu R$ 1,14 milhão, sendo que 28 dos 32 beneficiados não passaram pelo teste das urnas.
Binotti doou para sua própria campanha à prefeitura R$ 2,13 milhões, o equivalente a 97% de tudo o que arrecadou. O patrimônio declarado pelo prefeito eleito à Justiça Eleitoral chega a R$ 33,9 milhões. Lucas do Rio Verde, um polo do agronegócio, é uma das cidades mais ricas de Mato Grosso.
Já o patrimônio do prefeito eleito de Betim é dez vezes maior. Segundo candidato mais rico do País, com R$ 352,5 milhões declarados, Medioli doou R$ 4,5 milhões para a própria campanha.
Justiça Eleitoral - Em Barueri, Rubens Furlan chegou a contribuir para 331 candidatos. No total, foram R$ 562 mil. Contados os votos, 18 dos 21 vereadores da cidade foram eleitos com a ajuda do candidato a prefeito. Isso lhe asseguraria quatro anos de mandato praticamente sem oposição. O problema do tucano é com a Justiça: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode impedir sua posse, já que o ministro Herman Benjamim acatou parcialmente um recurso que pede a declaração de inelegibilidade de Furlan.
O candidato teve as contas de 2006, 2009, 2010 e 2011 de sua gestão anterior na prefeitura de Barueri reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), mas havia obtido decisões favoráveis na primeira e na segunda instância da Justiça Eleitoral que mantiveram o registro de sua candidatura neste ano. Seu maior problema era em relação às contas de 2011, que também haviam sido reprovadas pela Câmara Municipal em 2013. Sua justificativa era de que uma nova sessão ocorrida neste ano, após um acordo entre as principais bancadas do Legislativo que o apoiaram na campanha, havia anulado a decisão de 2013.
Para o ministro do TSE, no entanto, o Legislativo não pode anular a reprovação de contas do Executivo. Por isso, ele ordenou que os autos sejam devolvidos ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que se analise se há algum vício formal na decisão de 2013. Por meio de nota divulgada anteontem, a assessoria de Furlan afirmou que a decisão de Benjamin "não é definitiva" e que o registro de candidatura "não foi cassado, pois cabe recurso para que o plenário se manifeste a respeito".
O Estado procurou contato com três dos candidatos a vereador de Betim que mais receberam doações de Vittorio Medioli, Joaquim Pereira Gonçalves (PTC), Tiago Cassiano (PCdoB) e Edson Monteiro (DEM). Nenhum deles respondeu aos recados deixados com seus assessores. Medioli não foi localizado. Em ocasiões anteriores, ele não retornou contatos da reportagem quando procurado.
A assessoria do prefeito eleito Rubens Furlan também foi procurada e não respondeu ao pedido de entrevista.
O prefeito eleito de Lucas do Rio Verde também foi procurado, por intermédio de sua mulher, mas não houve resposta às mensagens enviadas para o telefone celular dela. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Cunha cobra, no WhatsApp, 'propina' para ex-ministro

Cunha já é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por pedir doações para Alves ao presidente de outra empreiteira, a OAS

© Alex Ferreira / Câmara dos Deputados
Ao analisar milhares de mensagens do celular do ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio de Azevedo, a Polícia Federal encontrou mais um pedido de doações do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para seu correligionário Henrique Eduardo Alves (PMDB) no período em que o último era candidato ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014.

Cunha já é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por pedir doações para Alves ao presidente de outra empreiteira, a OAS.
Henrique Alves pediu demissão do Ministério do Turismo em 16 de junho, diante dos avanços da Lava Jato que, em colaboração com a Suíça, identificou uma conta do peemedebista no país europeu e inclusive já o denunciou por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Além disso, ele foi denunciado junto com Eduardo Cunha sob a acusação de participar do esquema de corrupção envolvendo os negócios financiados pelo FI-FGTS.
Os dados do celular de Otávio Azevedo reforçam as suspeitas sobre a atuação de Cunha junto a empreiteiros e que ele teria repetido o expediente de pedir apoio a Henrique Alves com outros empresários.
Em troca de mensagens no aplicativo Whatsapp em julho de 2014, o Cunha passa ao empreiteiro os dados da conta da campanha de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Oficialmente, a Andrade Gutierrez doou R$ 100 mil para a campanha do peemedebista, que foi derrotado nas eleições para governador naquele ano. O vencedor foi Robson Faria, do PSD.
Cunha também passa os dados de uma conta que seria do diretório do PMDB no Rio e um CNPJ que seria dele mesmo. Ao final das mensagens, que não têm resposta de Otávio, ele cobra "fez Henrique?". Apesar do silêncio, cerca de duas horas depois o empreiteiro encaminha os dados da conta de Henrique Alves para um outro executivo da Andrade.
Henrique Eduardo Alves é alvo de inquérito justamente pelas trocas de mensagens em que Cunha pede recursos para ele. Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, as doações recebidas pelo ex-ministro do Turismo seriam, na verdade, propina.
Defesas
Henrique Alves vem negando envolvimento em irregularidades e diz que suas doações foram declaradas e legais. A reportagem telefonou para o celular do peemedebista, mas ele não atendeu. A reportagem também entrou em contato com a assessoria de Cunha, que também não respondeu. O espaço está aberto para a manifestação de ambos.
"A Andrade Gutierrez mantém o compromisso de colaborar com a Justiça. Além disto, tem feito propostas concretas para dar mais transparência e eficiência nas relações entre setores público e privado", manifestou-se a empresa por meio de nota. Com informações do Estadão Conteúdo.
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