O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (2) aumentar para 1 quilômetro a área de restrição para voos de drones nas proximidades da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da casa onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar. O despacho foi publicado neste sábado (28).
Os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil apresentaram nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, as principais inovações tecnológicas incorporadas ao patrimônio da tropa com o objetivo de modernizar as forças de defesa do país.
A Polícia Federal, em ação de segurança da Cúpula de líderes do G20, no Museu de Arte Moderna (MAM), no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio, por meio da Central de Monitoramento Antidrone instalada no Rio de Janeiro, identificou e atuou em situações envolvendo cerca de 20 aeronaves remotamente pilotadas nas últimas 24 horas.
O curso irá ter tanto uma componente teórica como prática e, depois da licenciatura, já há a promessa de uma pós-graduação
@DR
A Universidade Veiga de Almeida (UVA), com instalações no Rio de Janeiro e em Cabo Frio, abriu vagas para um curso de licenciatura de operação de drones.
A Marinha dos Estados Unidos enviou os veículos submersíveis não tripulados para prestarem apoio na operação de busca do submarino argentino ARA San Juan, que havia desaparecido em 15 de novembro, no sul do oceano Atlântico.
A fabricante de armas de choque Taser Internacional está desenvolvendo drones autônomos armados com dispositivos de choque e a polícia já está considerando o uso dos zangões para ajudar em capturas.
(Foto: reprodução)
Embora a polícia dos Estados Unidos estar começando a explorar o uso de tais drones, os envolvidos estão preocupados com questões em torno da segurança pública e as liberdades civis.
"Muitas pessoas estão preocupadas que, se você pode colocar um Taser em um drone, o que vai impedi-lo de colocar uma arma de fogo", explica Jim Bueermann, presidente da Fundação Polícia.
Apesar disso, a polícia está recorrendo cada dia mais a tecnologia para lidar com suspeitos. Em julho, o Departamento de Polícia de Dallas utilizado um robô equipado com explosivos para matar um atirador que atirou e matou cinco policiais. Foi a primeira vez que um robô foi usado pela polícia para matar um suspeito.
O YouTuber Marek Baczynski decidiu a tecnologia para facilitar a execução de uma tarefa comum na vida das pessoas: a troca de lâmpadas.
(Foto: Olhar Digital)
Apesar de todo o planejamento, o trabalho não saiu como o planejado de cara: foi preciso um pouco mais do que uma lâmpada para ver o resultado final perfeito. Confira:
A empresa chinesa EHang Inc. ganhou autorização para começar a testar o EHang 184, seu primeiro drone autônomo capaz de levar passageiros, no estado de Nevada, nos Estados Unidos. A ideia da empresa é, no futuro, oferecer um serviço de "drone-táxis" que podem ser chamados por meio de aplicativos. Os testes devem começar ainda em 2016.
De acordo com o Las Vegas Review Journal, o Instituto de Sistemas Autônomos de Nevadas (NIAS na sigla em inglês) atuará em parceria com a empresa para ajudar a desenvolver e testar seus sistemas. O NIAS é uma organização sem fins lucrativos custeada pelo governo do estado.
O EHang 184 foi apresentado pela primeira vez durante a CES 2016. Ele tem cerca de 1,37 metros de altura e 200 quilos de peso, é movido por quatro motores. Ele é capaz de levar um passageiro por vez e voar durante 23 minutos numa altitude máxima de aproximadamente 3,3 quilômetros, e atingindo até 96 quilometros por hora de velocidade. O vídeo abaixo apresenta o "drone-táxi":
Foi durante a CES 2016 que os representantes do NIAS viram o EHang 184 pela primeira vez. Ainda segundo o Las Vegas Review Journal, o NIAS ajudará a empresa a realizar testes e enviar os resultados à FAA (Federal Aviation Agency, agência reguladora de aviação dos EUA). Inicialmente, a EHang enviará apenas uma pequena equipe para Nevada antes de se estabelecer definitivamente por lá.
Os testes terão o objetivo de estabelecer padrões de vôo e de segurança para o drone. O objetivo final da empresa é criar um serviço de transporte semelhante ao Uber no qual o usuário possa solicitar um drone autônomo via aplicativo e voar com ele até seu destino. Eles já chegaram até mesmo a iniciar o design do aplicativo de controle dos drones:
A EHang é sediada na cidade de Guangzhou, na China. De acordo com o ArsTechnica, o EHang 184 não é o primeiro produto deles. Antes de desenvolver o "drone-táxi", a empresa já criou também um modelo mais tradicional de drone, chamado de "Ghost Drone".
Drones não são mais nenhuma novidade, e até mesmo quem está por fora do assunto sabe que exércitos do mundo todo têm apostado suas fichas no desenvolvimento de robôs diversos, que têm potencial para realizar tarefas perigosas e reduzir o risco de confrontos diretos.
O Dogo, desenvolvido pela empresa Israelense General Robotics, é um ótimo exemplo de como essas pequenas máquinas podem ajudar soldados e policiais a enfrentar ameaças. O dispositivo terrestre se move por meio de esteiras similares às de um tanque que podem encarar qualquer tipo de terreno. O drone não é independente e deve ser controlado por um operador, que utiliza um controle personalizado similar a um tablet.
Dogo conta com oito câmeras de alta definição, um microfone e alto-falante para permitir negociações com os suspeitos e espaço para carregar uma pistola Glock Compact de 9mm, que pode ser utilizada para abater ameaças. Além disso, o robozinho é capaz de subir escadas e, pesando menos de 12kg, pode ser facilmente transportado para qualquer lugar.
Esta não é a primeira vez que mostramos um robô armado, e provavelmente não será a última. Dispositivos robóticos dos mais diversos são já utilizados pelos Estados Unidos em campos de batalha, e não demorará muito para que drones potencialmente letais se tornem cada vez mais comuns em operações policiais.
A Xiaomi apresentou hoje o seu primeiro drone, o Mi Drone, em um evento online que registrou quase 200 mil espectadores simultaneamente. Além do fato de a empresa começar a vender drones, o que mais surpreendeu foi a relação custo-benefício do brinquedo. Para você ter uma ideia, aparelhos similares vindos de concorrentes como a DJI custam praticamente o dobro do Mi Drone.
Os rumores sobre esse dispositivo vêm percorrendo a dimensão dos rumores na web há muitas semanas e, na última conferência da empresa, o CEO Lei Jun disse seria lançado um drone em breve. Hoje, a promessa foi cumprida, mas o drone em questão não foi desenvolvido nem fabricando pela própria Xiaomi. Isso ficou a cargo de uma empresa parceira chamada Flymi.
A chinesa apenas coloca sua marca nele e o venderá em seus canais na Ásia em breve. A partir de amanhã, ele entrará em uma espécie de financiamento coletivo no site da Xiaomi, mas apenas em sua versão mais básica. A mais cara será disponibilizada em um canal para testadores, mas não se sabe ao certo quando chegará às mãos dos consumidores comuns.
"O drone não foi desenvolvido nem fabricando pela própria Xiaomi"
Capacidades
O drone da Xiaomi conta com uma bateria de 5.100 mAh e, com isso, pode permanecer no ar por até 25 minutos continuamente ou percorrer uma distância de até 3 km. Essa marca supera em cinco minutos inteiros a capacidade dos drones mais atuais da DJI, que, com um sensor 4K, custariam algo em torno de US$ 800 (R$ 2.865 hoje).
Xiaomi já chega ao mercado de drones arrasando
Ele ainda carrega uma câmera capaz de filmar e fotografar em qualquer direção. A resolução do modelo básico é Full HD, mas a versão mais avançada terá uma câmera 4K embutida. O controle remoto do aparelho tem um dock onde smartphones podem ser acoplados para que o drone transmita vídeo em tempo real do que a câmera está captando.
O Mi Drone com câmera de 1080p vai custar CNY 2499, o equivalente a R$ 1.365 na cotação de hoje. O aparelho com sensor capaz de filmar em 4K, entretanto, sairá por CNY 2999 ou R$ 1.638.
"O custo-benefício realmente está bom"
Com esses preços relativamente atraentes para um drone de alto desempenho e, aparentemente, de boa qualidade, o custo-benefício realmente está bom, ainda mais considerando que a câmera vem junto e poderá filmar em 4K.
Assim como outros modelos, ele possui um sistema de “cerca virtual”, que faz com que volte para a posição da qual decolou quando perde contato com o controle remoto. Falando em contato, o alcance máximo é de até 2 km sem obstáculos no caminho.
Como a Xiaomi fará esse esquema de financiamento coletivo para ter certeza de que haverá público para as primeiras unidades produzidas, não há informações sobre quando ou se o Mi Drone um dia será vendido fora da China. Só podemos esperar que a marca traga o aparelho para o Brasil no futuro e com um precinho camarada.
Quando algo começa a incomodar, contra medidas também começam a aparecer. Este é o caso dos drones, principalmente nos EUA: além de civis reclamarem constantemente na internet, órgãos militares também estão mexendo para conter avanços de drones "espiões".
Nesta semana, durante a exposição Navy League Sea Air Space, nos Estados Unidos, o foco de duas empresas foi exatamente a "derrubada de drones". Ambas as companhias apresentaram armas com técnicas de interferência justamente para impedir o voo de drones.
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Uma das armas mostradas tem a aparência de um rifle. Chamada de DroneDefender e desenvolvida pela Battelle, ela possui dois canos que emitem feixes de radiofrequência. Dessa maneira, ela obstrui sinais de comando e controle, além de atrapalhar os sinais GPS e GLONASS do alvo.
Contudo, a distância não é um ponto positivo: o rifle só funciona dentro de um raio de 400 metros de distância do drone. Ele pesa 7 quilos e ainda tem autonomia de 5 horas, de acordo com o ArsTechnica. Para acertar o alvo, o usuário ainda depende de uma mira telescópica.
DroneBuster
Pistola
Já a Flex Force, outra empresa no evento, mostrou a pistola Dronebuster. Desenvolvida para o mesmo fim que a DroneDefender, ela ganha no quesito praticidade — isso por causa do tamanho, sendo mais fácil carregar a arma para onde for necessário.
A tecnologia empregada também é a mesma do rifle, com a diferença de que a pistola também consegue analisar os sinais enquanto mira para um drone — assim é possível saber o tipo de controle e streaming realizado pelo alvo.
Enquanto essas armas vão sendo desenvolvidas, o uso delas é ilegal nos EUA. Isso porque a Comissão Federal de Comunicações (FCC) do país não liberou para venda os itens que ainda não se adequaram às leis locais. Porém, sabemos que é tudo é uma questão de tempo, já que a presença de drones nos céus vai se tornar cada vez mais comum, e isso pode levantar perigo em termos de segurança e privacidade.
A fabricante chinesa de drones Ehang é ambiciosa. Na CES 2016, ela havia apresentado um protótipo de drone que pode carregar um passageiro humano por até 16 quilômetros — exatamente, sem piloto. Mesmo que a ideia tenha sido apresentada por renderizações, está claro qual é o futuro desses gadgets controlados remotamente.
A Ehang, agora, busca algo extremamente interessante: a construção de uma rede de drones que vai salvar vidas. A ideia é que órgãos de porcos, utilizados em transplantes em humanos, sejam levados com mais rapidez aos pacientes.
Para tornar o projeto uma realidade, a Ehang fechou um negócio para construir mais de mil "drones autônomos" que vão levar esses órgãos entre hospitais e unidades médicas. Quem fechou o contrato e está injetando os fundos necessários para realizar a ação é a Lung Biotechnology, da United Therapeutics.
Legalidade
É interessante notar que nada disso estará pronto em pouco tempo — parece que vão ser necessários 15 anos de fabricações e batalhas judiciais para tudo funcionar completamente. Isso porque é necessário conseguir a aprovação de várias instituições: desde a administração de aviação federal até a administração de saúde (US Federal Aviation e US Food and Drug).
O que Ehang e Lung Biotechnology buscam é mais uma daquelas coisas que unem o que há de melhor na tecnologia para salvar vidas humanas. Por isso, resta torcer para que iniciativas como essa se tornem cada vez mais frequentes.