A hegemonia construída a partir de 2016 é desafiada pela ampla rejeição à proposta, já retirada, de vender uma participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo e outras competições por meio de uma nova empresa da entidade máxima, a Fifa Forward Enterprise (FFE).
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A oito meses da eleição na qual concorrerá a mais um mandato como presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol), Gianni Infantino enfrenta um cenário político cada vez mais adverso. O dirigente tem sido duramente criticado pelas confederações continentais, circunstância bastante diferente das quais enfrentou em 2019 e 2023, quando foi eleito sem concorrência.






































