"Sou cristã, defendo a vida. Mas o que está consagrado na lei, em caso de estupro e risco para a mãe, deve ser respeitado", disse em entrevista ao blog CB.Poder
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| © Pablo Valadares/Câmara dos Deputados |
MÔNICA BERGAMO- (FOLHAPRESS) - Nomeada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para chefiar a Secretaria de Governo da Presidência, a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) já defendeu o aborto nos casos previstos em lei -quando há gravidez após estupro, gestação de feto anencéfalo e risco de morte materna.
