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quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Brasil estima colheita de 354,8 milhões de toneladas de grãos

Conab divulga o 2º Levantamento da temporada de 2025/2026

© CNA/Wenderson Araujo/Trilux

O Brasil colherá 354,8 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, segundo estimativa da Companhia Nacional Abastecimento (Conab). Em termos de área, a previsão para o atual ciclo é que o total utilizado para a produção seja de 84,4 milhões de hectares, o que corresponde a um crescimento de 3,3% na comparação com a safra anterior.

terça-feira, 11 de agosto de 2020

IBGE: Safra 2020 será de 250,5 mi de t, resultado 3,8% maior ante 2019

Em relação ao levantamento de junho, houve elevação de 1,3% na estimativa para a produção deste ano

© Shutterstock


A safra agrícola de 2020 deve totalizar 250,5 milhões de toneladas, uma alta de 3,8% em relação ao resultado de 2019, o equivalente a 9 milhões de toneladas a mais. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de julho, divulgado nesta terça-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

domingo, 24 de março de 2019

CIA considerou soja brasileira ameaça aos EUA

Em 1973, um relatório afirmava no título que o grão brasileiro apresentava um risco concorrencial ao país

© iStock
PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - A soja brasileira é encarada pelos Estados Unidos como uma "ameaça" às exportações norte-americanas há pelo menos 46 anos, segundo documentos produzidos pela CIA, a agência de inteligência daquele país.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

China atrai exportador de café brasileiro

O avanço no fluxo de negócios com café, basicamente verde, entre Brasil e China já aparece nas estatísticas de exportações

© Pixabay

O avanço do hábito de beber café no lugar do chá, especialmente entre a população mais jovem, está fazendo da China o mais novo mercado promissor para as exportações do grão brasileiro. Faz dois anos, por exemplo, que a mineira Veloso Green Coffee começou embarcar café verde para o país asiático. São cafés finos, da variedade arábica, colhidos nos 5 mil hectares de Cerrado que a empresa cultiva no município de Carmo do Parnaíba (MG).

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Feijão no Brasil vale mais que ouro e petróleo

Um saca de feijão de cor, com um câmbio de R$ 3,25, está valendo pelo menos duas vezes a cotação do barril de petróleo, aproximadamente cotado em US$ 50 ou R$ 160

© PixaBay
O feijão de cor, ou carioquinha, fechou a semana passada com cotação a R$ 426,17 de média e R$ 550 de máxima no Paraná. Isso quer dizer que, no preço médio, o quilo do produto pago ao produtor é de R$ 7,10. Após o beneficiamento, o feijão branco chega ao consumidor por mais de R$ 10,00, em comparação com o preto, R$ 5,00 o quilo. 

Na média mensal, o de cor encerrou junho com R$ 378,13 contra R$ 111,80 a saca em relação ao mesmo período de 2015, de acordo com a Gazeta do Povo. 
O feijão preto fechou a R$ 193,22 em 2016 e R$ 85,55/ saca no ano passado. O carioquinha teve um aumento de 240%, enquanto o preto de quase 130% 
Outro produto com grande aumento foi o arroz, que em um ano subiu de R$ 49 para R$ 61,67/saca em média na comparação entre junho de 2015 e junho de 2016. Uma variação de 25%. Em resumo, o prato básico do brasileiro está bem mais caro. 
Mas nem todo mundo sai perdendo. O produtor comemora. Ao consumidor resta buscar alternativas de consumo principalmente para a leguminosa. Mas a terefa é difícil, já que é difícil substituir o gosto e a tradição.  
Com um câmbio de R$ 3,25, uma saca de feijão de cor já vale pelo menos duas vezes a cotação do barril de petróleo, cotado próximo de US$ 50 ou R$ 160. A saca ainda vale duas vezes mais que o grama do ouro, cerca de R$ 140.  
Em meio a um ambiente econômico nacional pouco favorável, o Ministério da Agricultura (Mapa) parece ter dificuldades em convencer o Ministério da Fazenda a desembolsar mais recursos do Tesouro para a equalização dos juros do novo plano safra. Assim, permanecem as regras anunciadas às pressas pela então ministra da Agricultura e senadora Kátia Abreu pouco antes de deixar o comando do ministério com o afastamento da presidente Dilma Rousseff, no início de maio. 
Ou seja, a taxa de juros básica a ser praticada nesta safra será de 9,5% ao ano, contra 8,75% no ano passado. 
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