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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Cobertura de testagem para HIV cresce 47% em comunidades indígenas

Mais de 1 milhão de testes rápidos para IST foram distribuídos em 2025

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (5) que distribuiu mais de de 1 milhão de testes rápidos para detecção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) nos territórios indígenas em 2025, o que representa um aumento de 25% em relação a 2022. Segundo a pasta, que contou com apoio dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), a cobertura de testagem para HIV/AIDS nas comunidades indígenas aumentou em 47% desde 2022.

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

OAB lança, no Rio, cartilha sobre direitos das pessoas com HIV/Aids

No Brasil, doença atinge mais de um milhão de pessoas

© MS/Divulgação

Para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids e reforçar a importância da conscientização sobre a prevenção do HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis, a seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) lançou, nesta segunda-feira (1º), uma cartilha com informações sobre os direitos das pessoas que vivem com HIV/Aids.

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Preconceito e discriminação afetam diagnóstico do HIV/aids

Segundo a pesquisa, 15,3% das pessoas ouvidas declararam ter sofrido algum tipo de discriminação até por parte de profissionais de saúde

@Reuters
Oito em cada dez pessoas com o vírus da imunodeficiência humana, o HIV (sigla em inglês), têm dificuldade em revelar que vivem com o vírus que pode causar a aids. A razão é o estigma em torno da doença, que pode ser transmitida por sexo não seguro (sem preservativo). O contágio também pode ocorrer por transfusão de sangue contaminado, uso de seringa por mais de uma pessoa, instrumentos cortantes não esterilizados ou da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto ou na amamentação.

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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Novo protocolo simplifica tratamento de pessoas com tuberculose e HIV

A ampliação do uso do medicamento permitirá reduzir a ocorrência de complicações durante o tratamento e alcançar mais rapidamente melhor qualidade de vida ao paciente

© Reprodução

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (25) que as pessoas com HIV/Aids poderão manter o tratamento com o antirretroviral dolutegravir se também contraírem tuberculose. O medicamento era contraindicado durante o tratamento da tuberculose, mas estudos científicos indicaram a eficácia do antirretroviral combinado aos medicamentos para tratar pessoas infectadas por esta doença.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Combate contra aids não consegue reduzir novas infecções, diz UNAids

É o número de novas infecções que mais preocupa

© Estadao Conteudo
O número de novas infecções de aids não sofre uma redução desde 2010 e a entidade da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável por lidar com a doença, a UNAids, lança um alerta internacional sobre o risco de "complacência" entre as camadas mais jovens da população.

Dados publicados nesta segunda-feira, 21, em Genebra apontam que um total de 35 milhões de pessoas morreram por causa da Aids em 35 anos de história da epidemia.
Mas é o número de novas infecções que mais preocupa. Em 2015, foram 2,1 milhões de novos casos. O número tem se mantido no mesmo patamar desde 2010. Um dos poucos avanços concretos tem sido realizado no número de crianças afetadas, com uma queda de 50% em apenas cinco anos.
Em diversos outros segmentos da população, porém, os dados apontam para uma estagnação no combate. Por semana, 7,4 mil meninas entre 15 e 24 anos são infectadas pela aids. Em cinco anos, essa taxa caiu apenas 6%. A doença entre as pessoas que injetam droga também aumentou, com um salto de 36% entre 2010 e 2015. Homossexuais ainda registraram um salto de 12% no número de novos casos.
"Não há uma queda de novas infecções. Para mudar essa realidade e acabar com a epidemia, precisaremos de investimento de longo prazo", disse Peter Ghys, diretor de Estratégia da UNAids. "O mundo não está fazendo um bom trabalho nessa questão."
Um avanço, porém, tem sido no número de pessoas com acesso ao tratamento. Hoje, já são 18 milhões de pacientes, de um total de 36,7 milhões de pessoas que vivem com a aids. A entidade considera que, se o ritmo de progressão no acesso for mantido, 30 milhões de pessoas terão o tratamento até o final da década.
Um dos resultados desse maior acesso tem sido a redução da mortalidade. Em dez anos, a taxa caiu em 45%, passando de 2 milhões de mortes em 2005 para 1,1 milhão em 2015.
Outra constatação é de que o coquetel permitiu que um número inédito de pessoas ultrapasse a marca de 50 anos contaminadas pela aids. No total, são 5,8 milhões de pessoas nessa situação.
Desde inicio de epidemia, em 1981, 78 milhões de pessoas foram contaminadas. Em 2015, a comunidade internacional investiu US$ 19 bilhões para lidar com a doença. Mas o combate vai precisar de US$ 26,2 bilhões em 2020 e US$ 23,9 bilhões em 2030 se o objetivo de zerar novas infecções quiser ser atingido.
Na América Latina, dados mostram que 2 milhões de pessoas vivem com a aids. Em 2015, 100 mil novos casos foram registrados, o mesmo patamar dos últimos em cinco anos.
Um total de 50 mil pessoas morreram em 2015, uma queda de 18% em cinco ano. Na região, 55% da população tem acesso a tratamentos. Com informações do Estadão Conteúdo.

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