Estudo aponta que o envelhecimento da população e a saída de trabalhadores para a reforma exigirão um reforço expressivo da mão de obra ativa nos próximos anos. Imigrantes já têm papel central nas contribuições, mas entraves à integração ameaçam o equilíbrio futuro da Segurança Social.
Portugal precisará de 1,3 milhão de novos trabalhadores até 2030 para garantir o equilíbrio financeiro da Segurança Social, segundo um estudo desenvolvido pelo Centro de Formação Prepara Portugal, com base em dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima), da Pordata e do próprio sistema previdencial. A investigação parte de um indicador central da sustentabilidade das pensões, que é o equilíbrio entre quem trabalha e quem já está reformado.
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