googlefc.controlledMessagingFunction

Publicidade

CLIMA

Mais previsões: Lisboa tempo por hora
Mostrando postagens com marcador INTOLERÂNCIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador INTOLERÂNCIA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de março de 2026

Homem é indiciado após chamar a polícia por causa de aula sobre orixás

Atividade escolar segue leis sobre ensino da cultura afro-brasileira

© Emei Antônio Bento/Divulgação

A Polícia Civil de São Paulo indiciou por intolerância religiosa o pai de uma aluna que acionou a Polícia Militar (PM) em razão de a filha ter participado de uma atividade de aprendizado sobre os orixás – divindades da religião Iorubá. O caso ocorreu em novembro de 2025 na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Bento, em São Paulo.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

sábado, 13 de fevereiro de 2021

'Visam ferir a imagem', diz equipe de Lumena sobre possível intolerância religiosa

 


A defesa da sister diz que tem ocorrido coisas cruéis com ela e que ela não tem sido respeitada

© Reprodução/TV Globo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A equipe de Lumena do BBB 21 se pronunciou a respeito das acusações a respeito de uma possível intolerância religiosa praticada por ela, Nego Di, Projota e Karol Conká. Um inquérito foi instaurado.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

'Exu corona' e terreiro queimado escancaram intolerância religiosa na pandemia

Religiosos vem promovendo ataques contra crenças afrobrasileiras

© null

 


RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Do pastor que culpa "exu corona" por seus males à vizinha que esparrama óleo ungido na oferenda, nem na pandemia a intolerância religiosa deu trégua. Pelo contrário, líderes de crenças afrobrasileiras dizem que o isolamento social acirrou o clima de ódio. Só está mais difícil quantificá-lo, já que a quarentena dificultou o monitoramento dos ataques.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Terreiro de candomblé é alvo de ataques em Madureira

O pai de santo, responsável pelo local, disse que ficou com medo de denunciar o caso

© Reprodução  
O terreiro de candomblé Ase Olode Ala Orum, em Madureira, sofreu dois ataques em menos de quatro meses. Alvo de intolerância religiosa, o local teve as telhas de seu muro arrancadas e dois porrões de barro, que ficavam acima do portão, totalmente destruídos.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

sábado, 17 de novembro de 2018

Umbandistas pedem abertura de ação penal contra evangélicos

Segundo denúncia, culto em cemitério teria sido interrompido com gritos de 'macumbeiros têm que morrer' e um dos umbandistas teria sido agredido na cabeça

© Divulgação

O babalaô Ivanir dos Santos, da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, pediu ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) a instauração de uma ação penal contra integrantes da Igreja Ministério Redenção, no bairro do Barreto, em Niterói. O grupo é acusado pelos umbandistas de formação de quadrilha, perturbação de culto e intolerância religiosa.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Turista homossexual é espancado por grupo em SP e post viraliza

Caso é investigado pela Polícia Civil

© Reprodução 
Um jovem afirma ter sido vítima de homofobia ao ser xingado e espancado por seis homens na orla do bairro José Menino, em Santos, no litoral de São Paulo. Mostrando hematomas pelo corpo, o universitário Lucas Acacio de Souza, de 23 anos, resolveu publicar um desabafo em seu perfil pessoal do Facebook e sua postagem viralizou.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Terreiro de candomblé é saqueado e incendiado no Entorno do DF

Crime de intolerância religiosa ocorreu na madrugada de domingo (19)

© Reprodução
Um terreiro de candomblé teve objetos furtados e foi parcialmente incendiado na madrugada de domingo (19) em Luziânia, cidade do Entorno do Distrito Federal. As informações são do site Metrópoles.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Traficantes evangélicos obrigam mãe de santo a destruir terreiro

O ato de intolerância religiosa foi gravada e divulgada pelos criminosos nas redes sociais

© Divulgação / Arquivo Pessoal

Sete traficantes armados invadiram um terreiro de candomblé, no bairro Ambaí, no Rio de Janeiro, durante uma sessão religiosa. Eles obrigaram a yalorixá, sacerdotisa no local, a destruir as próprias imagens sob a mira de uma arma.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Homens jogam bomba em tradicional centro espírita na Zona Sul do Rio

"Os criminosos, assim como no último ataque, utilizaram uma bomba caseira", disse Ubirajara Pinheiro, de 63 anos, também conhecido como Mago

© Divulgação
Pela terceira vez em menos de um mês, suspeitos colocaram fogo em um tradicional centro espírita no Humaitá, na Zona Sul do Rio.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Por serem gays, homens são açoitados em frente a mesquita na Indonésia

Punição reúne multidão de espectadores, que pede que chibatadas sejam dadas 'com mais força'


© Reprodução

Um grupo de homens se revezou para açoitar dois outros homens em frente a uma mesquita, na Indonésia. O ato foi organizado para punir dois jovens flagrados fazendo sexo. A cena contou com uma multidão de espectadores que registravam tudo com seus celulares enquanto gritavam palavras de ordem em apoio à agressão: "que seja uma lição para você" e "com mais força!" podem ser ouvidos em vídeo.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

sábado, 11 de março de 2017

Deficientes visuais apontam recusas de Uber a cão-guia

"Cachorro no meu carro, não", disse o motorista, que partiu mesmo após ter ouvido que estava descumprindo a lei

© Divulgação
Faltavam poucos minutos para a meia-noite do sábado passado quando a economista Marcela Vilela, de 34 anos, solicitou um carro do Uber para voltar para a casa, em Copacabana, após visitar um parente em Cosme Velho, zona sul do Rio. Estava acompanhada da sogra e de Cruizer, seu cão-guia há cinco meses, quando o veículo encostou. "Cachorro no meu carro, não", disse o motorista, que partiu mesmo após ter ouvido que estava descumprindo a lei.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Homem invade igreja e quebra imagens de santos em Niterói

Yames José Correia foi detido pela polícia

Adicionar legenda
Yames José Correia foi detido pela polícia após entrar na Igreja de São João Batista, no Centro de Niterói (RJ), no último sábado (14), e destruir várias imagens de santos.

O suspeito admitiu intolerância religiosa e ainda tentou fugir, de acordo com informações do portal G1.
Detido, ele foi levado para a delegacia e permanece à disposição da Justiça.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Pesquisa mostra que homens ainda culpam mulher por estupro

O levantamento revelou que 61% consideram que a mulher que se deixou fotografar também tem culpa quando um homem compartilha suas imagens íntimas sem autorização

© DR
Depois de ouvir 1.800 pessoas de 70 cidades, a pesquisa indicou que, apesar das críticas ao machismo, na prática, as atitudes mostram tolerância a comportamentos machistas, já que  78% dizem não interferir em brigas de casal ou interferir apenas se houver alguma violência extrema. O levantamento revelou que 61% consideram que a mulher que se deixou fotografar também tem culpa quando um homem compartilha suas imagens íntimas sem autorização nas redes sociais e que 27% acreditam que, em alguns casos, a mulher pode ter culpa por ser estuprada.

A pesquisa – O papel do homem na desconstrução do machismo –  mostrou que 78% das pessoas concordam que as mulheres devem conhecer seus direitos e ser incentivadas a lutar por eles; 59% disseram que todas devem ser respeitadas, não importando sua aparência, nem seu comportamento; e 67% dizem que homens e mulheres devem ser igualmente responsáveis pelos cuidados com a casa e com os filhos.
O machismo é considerado negativo por 79% das pessoas. Apesar de 87% dos entrevistados concordarem que ao menos uma parte da população é machista, só 24% delas se consideram assim. A pesquisa também mostra que 24% dos homens não têm coragem de defender as mulheres no meio de outros homens e que 31% não gostariam de ser machistas, mas não sabem como agir.Feminismo
Sobre as percepções a respeito do feminismo, 20% dos homens e 55% das mulheres se consideram feministas, mas 55% das pessoas dizem que o feminismo é contrário ao machismo e 32% acham que o feminismo está ultrapassado. Outros 44% afirmaram que chamá-los de machistas não os motiva a se engajar no enfrentamento à violência contra a mulher e 54% disseram ter tido uma conversa pessoal antes de mudar as atitudes.
“O simples fato de um quarto da população se admitir como machista mostra que este tema ainda tem muito o que avançar na percepção do quanto isso é errado. Sabemos que o conhecimento da maioria das pessoas sobre o tema ainda é muito superficial. O tamanho da oportunidade que se abre é a de que seis em cada dez homens – ou seja, 46 milhões de brasileiros adultos – acreditam que poderiam lidar com as questões femininas de forma diferente e melhor “, disse o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles.
A coordenadora de Projetos de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do Instituto Avon, Mafoani Odara Poli Santos, disse que a pesquisa é um disparador de processos importantes de reflexão e transformação. “Trazemos nessa pesquisa de percepção dados superpositivos, mas ainda existe muita tolerância em processos e violências contra a mulher com um quarto dos homens acreditando que as mulheres têm culpa de serem estupradas. Esses dados contrapõem o que é percepção e o que é prática. Nas coisas mais básicas do processo de educação, as pessoas não conseguem mudar.”
A jornalista Jacira Melo, fundadora e diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, ressaltou que este é o momento oportuno para debater o assunto com os homens, se for analisado que há 36 anos mulheres do país inteiro protestaram, escrevendo nos muros a frase “quem ama, não mata”, em um momento no qual a violência contra as mulheres não era reconhecida como problema social grave.
“Tivemos um processo no qual as mulheres fizeram um verdadeiro levante no país dizendo: 'basta de violência', o que é um problema social, não é um problema de quatro paredes. Aprendi que ninguém muda ninguém e que os homens precisam mudar e se responsabilizar pelo machismo. Ao lado de uma mulher que sofre violência, há um homem que precisa mudar”, afirmou Jacira. Com informações da Agência Brasil.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Traficantes evangélicos expulsam mães de santo de favelas no Rio

Ao menos 40 pessoas de religiões de matriz africana já deixaram as comunidades onde viviam por conta de bandidos que frequentam igrejas

© Toninho Oliveir / fOTOS pÚBLICAS
Traficantes evangélicos estão expulsando mães, pais e filhos de santo de favelas do Rio de Janeiro. Segundo registros da Associação de Proteção dos Amigos e Adeptos do Culto Afro Brasileiro e Espírita, pelo menos 40 religiosos foram retirados de comunidades da Zona Norte da capital fluminense pelo tráfico.

O jornal Extra conversou com alguns dos expulsos, como uma filha de santo que morava no Morro do Amor, no Complexo do Lins, e se dedica ao candomblé desde 2005.
“Não dava mais para suportar as ameaças. Lá, ser do candomblé é proibido. Não existem mais terreiros e quem pratica a religião, o faz de modo clandestino” contou ela, que teve que se mudar para a Zona Oeste.
“Me iniciei no candomblé em 2005. A partir de minha iniciação, comecei a ter problemas com os traficantes do Complexo do Lins. Quando cheguei à favela de cabeça raspada, por conta da iniciação, eles viravam o rosto quando eu passava. Com o tempo, as demonstrações de intolerância aumentaram. Quando saía da favela vestida de branco, para ir ao terreiro que frequento, eles reclamavam. Um dia, um deles veio até a minha casa e disse que eu estava proibida de circular pela favela com aquelas “roupas do demônio”. As ameaças chegaram ao ponto de proibirem que eu pendurasse as roupas brancas no varal. Se eu desrespeitasse, seria expulsa de lá. No fim de 2010, dei um basta nisso. Não suportava mais fingir ser o que eu não era e saí de lá”, completa.
O Extra destaca ainda que nas favelas do Lins e da Serrinha, traficantes mandaram fechar terreiros e proibiram o uso de colares afros e roupas brancas.
Já na Pavuna, os evangélicos do tráfico proibiram atabaques. Uma mãe de santo desinformada das leis locais acerca da intolerância religiosa chegou a iniciar a fundação de um terreiro, mas logo foi advertida pelo presidente da associação de moradores.
“Tive que sair fugida, porque tentei permanecer, só com consultas. Eles não gostaram”, lamenta.
Os casos chegaram ao Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine), que é gerido pelo governo.
“Já temos informações desse tipo. Mas a intolerância armada só pode ser vencida com a chegada do estado a esses locais, com as UPPs”, afirmou ao Extra o presidente do órgão, Roberto dos Santos.

📲 Curtiu a notícia? Compartilhe ou entre no nosso canal!

//
Topo