Em entrevista a uma emissora de rádio, um porta-voz do Zaka, o principal serviço de emergência do país, disse que os celulares dos mortos não param de tocar
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BAURU, SP (FOLHAPRESS) - Enquanto autoridades de Israel trabalham nesta sexta-feira (30) para identificar as vítimas de um tumulto durante um festival religioso que reunia dezenas de milhares de judeus ultraortodoxos, as redes sociais tornaram-se uma enorme plataforma de informações sobre desaparecidos.
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