A mudança, que está sendo implementada de forma gradual e terá vigência plena em 2027, prevê a substituição progressiva da poupança como principal fonte de recursos para o crédito imobiliário por instrumentos do mercado de capitais, como letras imobiliárias.
ANA PAULA BRANCO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O novo modelo de crédito imobiliário brasileiro, que busca reduzir a dependência dos bancos em relação à poupança, pode aumentar a pressão sobre os juros cobrados dos compradores de imóveis em períodos de taxas elevadas.
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