Nos últimos anos, o Facebook se envolveu com ativistas de direitos civis e partidos políticos democráticos em Mianmar e se opôs aos militares depois de sofrer críticas internacionais pela missão em conter campanhas e discursos de ódio na plataforma
![]() |
| © Reprodução/ oglobo.globo.com/ |
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dia depois dos episódios mais sangrentos dos protestos contra o golpe de Estado dado pelos militares em Mianmar, o Facebook baniu a principal página das Forças Armadas e uma multidão crescente voltou às ruas para exigir a volta da democracia.
