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quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Unicef: obesidade infantil supera desnutrição pela 1ª vez no mundo

Relatório da agência traz dados de mais de 190 países

© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Uma em cada cinco crianças ou adolescentes do mundo está acima do peso, o que representa cerca de 391 milhões de indivíduos. Quase metade delas - 188 milhões - apresenta obesidade. Com isso, pela primeira vez na história, o excesso de peso grave superou a desnutrição como a maior forma de má nutrição infantil. Os dados são do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que alerta para o risco de adoecimento.

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segunda-feira, 23 de junho de 2025

1 em cada 4 adolescentes terá obesidade ou transtorno mental até 2030, projeta estudo

Isso é o que aponta um novo estudo realizado pela segunda comissão da revista científica Lancet sobre saúde e bem-estar dos adolescentes, composta por um time internacional de pesquisadores de renome no tema

©Pixabay

(FOLHAPRESS) - Um em cada quatro jovens com idade entre 10 e 24 anos poderá enfrentar problemas de obesidade ou transtornos mentais até 2030 se não forem tomadas ações preventivas que revertam o quadro atual. Isso é o que aponta um novo estudo realizado pela segunda comissão da revista científica Lancet sobre saúde e bem-estar dos adolescentes, composta por um time internacional de pesquisadores de renome no tema.

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terça-feira, 2 de abril de 2024

Crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas, revela estudo

A prevalência de obesidade entre os grupos analisados subiu até cerca de 3%.

www.freepik.com

As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a University College London.

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domingo, 21 de novembro de 2021

Pandemia: estudo relaciona falta de sono à alta da obesidade infantil

Se o indivíduo está dormindo menos, no caso das crianças e adolescentes, o organismo entende que é pouco e que a pessoa está em uma situação de stress

© Shutterstock


Segundo o médico Gustavo Moreira, pesquisador do Instituto do Sono, o aumento da obesidade entre crianças que dormem menos é o resultado de uma combinação de fatores. “Teoricamente, se você está acordado, está gastando mais energia, mas, na realidade, o tempo a mais que as pessoas passam acordadas, elas estão em frente a uma tela grande ou pequena, em atividades de pouco gasto energético, em mídia social, videogame, streaming, estudando. As pessoas estão fazendo menos exercício e têm uma oferta calórica maior entre os alimentos”, disse Moreira.

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Crianças que usam tablets à noite tem mais chance de serem obesas

Obesidade infantil é um assunto que deve ser levado a sério

© DR
A pediatra do Centro Hospitalar Lisboa Central, Júlia Galhardo, afirma que o uso de tablets, principalmente durante as refeições, são um dos maiores inimigos da saúde infantil e colaboram para a obesidade durante a infância. Segundo a especialista, os "tablet, iPhone e demais 'is' não podem estar na mesa".

"Se a criança estiver distraída não vai perceber que já está saciada e vai continuar comendo. As refeições devem ser feitas em família e devagar. Conversando sobre como correu o dia come-se mais devagar e o organismo tem tempo para fazer a sinalização [saciedade]".
Júlia Galhardo criticou ainda a forma como as refeições decorrem nas escolas, onde são feitas correndo. "Quem terminar primeiro é que ganha. Está errado. Quem come devagar é que deve ser premiado".
A mesma opinião tem a pediatra do Hospital da CUF, no Porto, Carla Rêgo, que considerou ainda as creches como o "lugar mais catastrófico" na questão da alimentação.
Esta pediatra recomenda ainda a proibição do uso da mamadeira a partir dos 12 meses, pois "permite a ingestão sem controle de volumes enormes de leite", assim como o "leitinho noturno", onde vão ser ingeridas proteínas "sem serem gastas".
A ingestão frequente de água, fazer cinco a seis refeições diárias, com poucas porções, comer devagar e não repetir são outros conselhos deixados. "Deve-se estimular a variedade e evitar proteínas e carboidratos ao jantar. A partir da adolescência, o jantar pode ser apenas água, sopa e fruta".

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