Mercenários russos são cada vez mais presentes no Sahel, região africana ao sul do Saara assolada por uma série de golpes militares nos últimos anos e disputada por Moscou e potências do Ocidente.
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O fracasso do motim que em 2023 tentou derrubar a cúpula militar da Rússia pareceu colocar um ponto final na história do Grupo Wagner, organização paramilitar responsável pela rebelião e com histórico de violação dos direitos humanos em vários países. Um ano e meio após o ato, porém, o grupo mercenário, repaginado, não só mantém suas atividades como vem expandindo a atuação na África, onde é acusado de cometer massacres. Uma dessas novas frentes, segundo especialistas, ajuda a financiar a Guerra da Ucrânia.

