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sábado, 7 de março de 2026

Caso da 'rachadinha' de Flávio Bolsonaro foi encerrado com perguntas não respondidas

As investigações foram encerradas após o STF (Supremo Tribunal Federal) e o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anularem em 2021 as provas coletadas. O arquivamento deixou uma série de questões em aberto sobre a movimentação financeira de Flávio antes de chegar ao Senado.

© Pedro França/Agência Senado
ITALO NOGUEIRA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Uma das principais preocupações de aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a campanha à Presidência da República deste ano são os efeitos do caso da "rachadinha" sobre a imagem do pré-candidato.

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

MP denuncia 7 por rachadinha no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro

Promotoria arquivou investigação contra o parlamentar

©Renan Olaz/CMRJ

A 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada da Capital, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), ofereceu denúncia, no dia 5 deste mês, contra sete pessoas, entre elas funcionários e ex-funcionários da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A acusação envolve um esquema de corrupção, conhecido como "rachadinha", no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PL), entre os anos de 2005 e 2021.

sábado, 22 de janeiro de 2022

Ex-assessor de Bolsonaro é o 4º nome a apontar rachadinha em gabinetes do clã

A suposta apropriação de parte dos salários de assessores pelos políticos foi revelada a partir de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em reportagem do Estadão em dezembro 2018

© Getty


Amigo de Jair Bolsonaro, a quem assessorou na campanha presidencial de 2018, Waldyr Ferraz, o "Jacaré", tornou-se a quarta pessoa próxima a gabinetes da família a citar a existência de um esquema de rachadinha (desvio de salários) envolvendo ex-funcionários do presidente ou de seus filhos. A suposta apropriação de parte dos salários de assessores pelos políticos foi revelada a partir de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em reportagem do Estadão em dezembro 2018.

sábado, 5 de dezembro de 2020

Juiz de Alagoas invalida provas de 'rachadinha' contra Lira; MP vai recorrer

Responsável pela acusação, a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge disse considerar a sentença do magistrado de Alagoas uma afronta a decisões de tribunais superiores.

 

© DR


O juiz de direito Carlos Henrique Pita Duarte, da 3.ª Vara Criminal de Maceió, invalidou as provas sobre o envolvimento do deputado Arthur Lira (Progressistas-AL) em um esquema de "rachadinha" em Alagoas e o absolveu sumariamente - quando não há análise do mérito da ação - das acusações de peculato e lavagem de dinheiro. Ou seja, o magistrado não analisou se o réu é culpado ou inocente, mas sim que as provas apresentadas na denúncia não poderiam ter sido utilizadas. O Ministério Público vai recorrer.

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Parlamentares acionam PGR por reunião de Heleno e Ramagem com defesa de Flávio

Eles pedem a abertura de inquérito para apurar supostos crimes de advocacia administrativa, improbidade e abuso de autoridade.


© Marcos Corrêa/PR

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e o diretor da Agência Brasileira de Investigação, Alexandre Ramagem. Os parlamentares pedem a abertura de inquérito para apurar supostos crimes de advocacia administrativa, improbidade e abuso de autoridade derivados da participação dos ministros em reunião com a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), investigado por suposto esquema de 'rachadinha'.

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Após 19 meses da convocação, Queiroz depõe ao MP pela primeira vez

O advogado de Queiroz disse que não pode revelar o teor do que foi dito aos investigadores por causa do sigilo imposto ao processo.

© Reprodução / Youtube
Fabrício Queiroz prestou na quarta-feira, 15, seu primeiro depoimento ao Ministério Público do Rio no âmbito da investigação sobre as "rachadinhas" no gabinete de Flávio Bolsonaro. A primeira convocação foi feita há 19 meses, mas, na ocasião, ele se limitou a apresentar um esclarecimento por escrito aos promotores.

domingo, 12 de julho de 2020

Citados em 'rachadinha' continuam com cargos

As quebras de sigilo foram pedida pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) com base em indícios de que pode ter havido algum tipo de irregularidade na administração dos salários desses servidores

© DR
Ao menos doze ex-assessores do antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) que foram alvo de medidas judiciais na investigação do esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) continuam trabalhando em cargos públicos ligados a parlamentares. Eles fazem parte de uma lista de 69 pessoas que trabalharam com o então deputado estadual de janeiro de 2007 a dezembro de 2018 e tiveram sigilo bancário e fiscal quebrados por decisão da Justiça em abril do ano passado.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Quebra de sigilo da 'rachadinha' atinge ex-assessores de Carlos

Todos trabalharam tanto no gabinete de Carlos, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, como no de Flávio, na Assembleia Legislativa

© Caio César/CMRJ/Direitos reservados
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), alvo de uma investigação agora sem foro especial, já teve quatro ex-assessores com os sigilos bancário e fiscal quebrados na investigação sobre a suposta "rachadinha" no gabinete de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Flávio presta depoimento ao MP no Rio no inquérito da 'rachadinha'

O pedido para que fosse ouvido na investigação representou uma mudança na estratégia de defesa do senador.

© DR

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi ouvido nesta terça-feira, 7 pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) no inquérito que investiga o esquema de "rachadinha" em seu gabinete enquanto era deputado estadual no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

MPRJ: STF remeter rachadinha de Carlos à 1ª instância é 'alento'

A prerrogativa de foro a vereadores estava prevista na Constituição estadual, mas a 1ª Turma do STF a julgou inconstitucional.

© Getty

O Ministério Público do Rio (MPRJ) classificou como "um alento" a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional o foro especial para vereadores do Estado do Rio. A decisão levará para a primeira instância as apurações de casos como o do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos).

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Com nova defesa, Flávio muda estratégia e quer depor

Em dezembro de 2018, o Ministério Público já havia convocado Flávio a depor, mas o senador não se apresentou diante dos promotores

© Getty
Os novos advogados de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) entraram nesta terça, 23, com um pedido para que o senador seja ouvido sobre o suposto esquema de "rachadinhas" - apropriação de parte ou a totalidade do salário dos servidores - em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Luciana Pires e Rodrigo Roca informaram que protocolaram o pedido no Ministério Público do Rio de Janeiro para que Flávio possa "prestar esclarecimentos".

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Defesa de Flávio Bolsonaro entra com habeas corpus no STF

A investigação mira suposto esquema de "rachadinha" no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, quando ele era deputado estadual.

© Reuters
A pós a operação do Ministério Público do Rio de Janeiro que mirou o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), a defesa do parlamentar entrou com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). O caso, que tramita sob sigilo, está sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes.

MP: Flávio 'lavou' R$ 638 mil em compra de imóveis com dinheiro vivo


O senador teria comprado imóveis em Copacabana, no Rio, com dinheiro vivo para lavar dinheiro, informou o MP-RJ

@DR

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Ministério Público do Rio de Janeiro afirma ter indícios de que o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) e sua mulher, Fernanda, pagaram em dinheiro vivo de forma ilegal R$ 638,4 mil na compra de dois imóveis em Copacabana (zona sul).
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