Assim como na também arrasada Turquia -onde a contagem de mortes já ultrapassa os 18 mil -, a população tem se queixado de uma resposta lenta do regime de Bashar al-Assad, que controlava entre 65% e 70% do país em 2021 segundo relatório da Chatham House daquele ano.
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Não bastasse a dimensão do terremoto de magnitude 7,8 que atingiu parte da Síria no início desta semana, matando mais de 3.300 pessoas, a instabilidade política no país tem tornado o envio de ajuda humanitária e os resgates de vítimas ainda mais desafiadores.
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