Em entrevista, Débora Garofalo defende que o simples funciona
| © Débora Garofalo/Arquivo pessoal |
Professora em uma escola pública municipal paulistana, Débora Garofalo começou, em 2015, um projeto de robótica com sucata para alunos do ensino fundamental. O trabalho rendeu diversos prêmios e deixou a profissional entre os dez melhores colocados do Global Teacher Prize, considerado o Nobel da educação, em 2019. Ela foi a primeira brasileira e primeira sul-americana a ser finalista na premiação.








