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Mais previsões: Lisboa tempo por hora

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Mesmo com um dos minutos mais baratos, telefonia ainda é cara no Brasil.

Um índice divulgado na última segunda-feira, 30, pela União Internacional de Telecomunicações, mostra que, apesar de possuir um dos minutos mais baratos do mundo, os custos do serviço no país ainda são caros.  De acordo com o ranking, o país ocupa a 93ª posição no preço do celular e a 98ª na telefonia fixa, mas o valor ainda pode ficar mais baixo, já que, na América Latina, os serviços de telefonia em geral são considerados altos em relação com outras localidades.
(Foto: Reprodução)
Impostos
O Brasil lidera o ranking do percentual de tributos na receita líquida na prestação de serviços de telefonia móvel do país, com 43% de encargos tributários, quase o dobro do segundo colocado, a Argentina, que tem 26%. 
Banda larga
No setor de banda larga, o Brasil aparece na 54ª posição, na oferta de 500 MB pré-pagos e na 45ª posição na banda larga fixa.

Gastos
O brasileiro gasta, em média, US$ 22 (cerca de R$ 85) por mês para falar no celular, ou US$ 28,95 (cerca de R$ 111), considerando a paridade do valor por preço de compra. O valor é o mais alto do que o que pagam moradores do Canadá, Costa Rica, Estados Unidos, México e Uruguai.

Na oferta de pacotes de dados no celular de até 500 MB, o brasileiro paga em média US$ 11 (R$42,35)  por mês ou US$ 14,34 (R$ 55) considerando a PPP, o que o faz ocupar a 54ª posição no ranking. O país mais barato é a Noruega, que cobra US$ 7,78 por seu pacote de 500 MB por mês.

Via TeleSíntese 

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5 aplicativos para melhorar a internet na sua casa.

Gerenciar uma rede sem fio pode ser uma tarefa bem desafiadora. Equipamentos eletrônicos, outras redes e até mesmo luzinhas de natal podem interferir no sinal WiFi, diminuindo a qualidade e o alcance de sua conexão, e esses fatores podem dificultar a criação de uma rede que inclua toda a sua casa.
WiFi Aware
Felizmente, porém, existem aplicativos que conseguem ajudar nesse processo. Ainda que eles não sejam capazes de eliminar as interferências ou ampliar o alcance da sua rede, eles conseguem trazer informações suficientes para que você consiga usar seus recursos de internet da melhor maneira possível. E isso pode fazer a diferença entre a internet pegar ou não no seu banheiro, por exemplo.

É mais fácil encontrar aplicativos desse tipo para Android do que para iOS. Isso porque a Apple, há algum tempo, resolveu remover programas desse tipo de sua loja porque eles utilizavam recursos de programação que a empresa não autoriza a programadores externos. Ainda assim, ainda é possível usar seu iPhone para dar uma força à sua rede de casa.

Uma funcionalidade comum a muitos desses aplicativos é separar as redes WiFi próximas do usuário por canal. As redes WiFi costumam se distribuir em canais com números de 1 a 14, e canais com muitas redes acabam sendo menos eficientes. Caso o aplicativo revele que esse é o caso do seu WiFI, é possível mudar o canal da sua rede acessando as configurações do seu roteador. Esse procedimento varia, porém, segundo o modelo do roteador.

Abaixo, listamos alguns apps que podem ajudar a melhoar sua rede doméstica. Confira:

WiFi Analyzer (Android)

O WiFi Analyzer é um dos aplicativos mais recomendados para isso. Ele é relativamente simples de usar, e mostra, em um gráfico, as redes WiFi próximas separadas segundo os canais que utilizam. Isso é útil porque permite que você altere o canal da sua rede para melhorar sua conexão. Ou, ainda, se você estiver em um local com várias redes públicas, ele te ajudará a visualizar a rede que está no canal menos utilizado - que provavelmente oferecerá uma conexão mais robusta.


Esse aplicativo faz exatamente o que seu nome indica, mas faz muito bem. Ele oferece informações sobre as redes sem fio (WiFi e 3G/4G) às quais seu celular está conectado, tais como endereço de IP, endereço MAC e força do sinal. O medidor de força de sinal do aplicativo tem 14 barras, o que o torna mais preciso que outros do tipo, e ele pode ajudar o usuário a localizar o ponto em sua residência no qual o sinal WiFi pega melhor.

WiFi Overview 360 (Android)

Trata-se de um programa semelhante ao WiFi Analyzer. O diferencial dele é que ele oferece uma representação gráfica de todas as redes WiFi próximas, o que ajuda a visualizar de maneira mais clara qual é a melhor. Fora isso, ele também separa as redes por canal  e frequência, o que pode auxiliar o usuário a configurar melhor sua rede doméstica.


Mais um aplicativo que analisa as redes WiFi próximas do usuário separando-as segundo frequência e canal. Com uma interface bem amigável, o WiFi Analytics Tool consegue ser um dos aplicativos mais “didáticos” na hora de visualizar as possíveis interferências que a sua rede está sofrendo. Ele também se diferencia dos demais por ter um widget que permite visualizar informações sobre sua rede na tela inicial do seu dispositivo.



Por conta das restrições da Apple a algumas funcionalidades do iOS, os aplicativos disposníveis na App Store não têm algumas das funções de seus semelhantes do Android. Ainda assim, o Network Analyzer Lite consegue mostrar uma lista de redes WiFi próximas, mostrando o endereço, identificando os dispositivos conectados e mostrando a força do sinal.

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Nokia lança câmera para gravar vídeos em realidade virtual.

Enquanto os fãs aguardam o retorno da empresa ao mercado de smartphones, a Nokia anunciou esta semana seu novo produto: a Ozo. Trata-se de uma esfera cercada por oito câmeras e oito microfones feita especialmente para a gravação de vídeos em realidade virtual.
(Foto: Reprodução)
Cada câmera registra imagens em resolução 2K, e a distância entre cada uma é a mesma que a entre os olhos humanos. Tudo isso para criar um campo de visão de 360 graus, assim como áudio ambiente que ofereça profundidade e imersão ao usuário de um Gear VR ou Oculus Rift, por exemplo.

A Ozo também assimila as imagens instantaneamente, permitindo ao usuário realizar o streaming de vídeos em realidade virtual ao vivo. O dispositivo vem ainda com um SSD removível para o armazenamento interno das filmagens.

Custando US$ 60 mil (cerca de R$ 230 mil), a Ozo é voltada para o mercado profissional de produção de conteúdo e já está em pré-venda, com entrega prevista para o primeiro semestre de 2016.

Via Nokia

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Conheça o Rise, o relógio que roda Android 5.1.

A fabricante de dispositivos Omate está lançando o Rise, um relógio inteligente que roda a versão 5.1 do Android, o que significa que o usuário pode baixar qualquer aplicativo disponível na loja do Google. O dispositivo é compatível smartphones iOS e celulares Android a partir da versão 4.4.9.

(Foto: Reprodução)
O Rise tem tela LCD de 1,3 polegadas com resolução de 360 x 360 pixels, chipset MT2601 MediaTek, 4GB de armazenamento, 512 MB de memória RAM, bateria de 580 mAh e conectividade 3G.

O relógio estará disponível para financiamento coletivo no Indiegogo por 48 horas. Para os primeiros 500 exemplares vendidos, o preço cobrado será de US$ 199. Quem comprar depois deve desembolsar US$ 209 e US$ 219, dependendo do número de unidades já compradas. A entrega dos dispositivos está prevista para março de 2016.

Via Engadget

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A síndrome que faz as pessoas acreditarem que estão mortas.

O mexicano Jesús Ramírez ainda estudava medicina quando um paciente chamou sua atenção: o homem garantia estar morto.
Transtorno descrito por psiquiatra mexicano envolve perda do aparato racional e lógico que todos temos
Naquele momento, em 1995, o diagnóstico era de esquizofrenia. Mais tarde, durante sua especialização, o hoje psiquiatra Ramírez concluiu que o paciente tinha na verdade, a síndrome de Cotard.
Também conhecido como delírio de negação ou niilista (relativo a niilismo, ponto de vista que considera não haver sentido na existência), esse transtorno mental faz que seus portadores questionem a própria existência
Desde então Ramírez investigou a fundo essa síndrome, que não é reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) nem pelo manual de diagnóstico da Associação Psiquiátrica dos Estados Unidos.
"São pacientes com um nível muito alto de sofrimento", diz Ramírez, especialista do Instituto Nacional de Neurologia e Neurocirurgia do México. "Isso ocorre porque eles perdem o aparato racional e lógico que todos temos."
As pessoas com Cotard têm uma negatividade extrema, que as leva a negar as coisas mais óbvias.
Um dos casos tratados por Ramírez foi o de um homem de 78 anos que se recusava a ser internado porque "já estava morto".
"Estou acabado, não faz sentido que me tratem", dizia o homem. "Sinto-me como um robô, como se o mundo não existisse, estou completamente acabado."

Morto, imortal ou os dois

Embora a característica mais conhecida dessa síndrome seja a crença em estar morto, quem padece do transtorno possui outros tipos de negação delirante.
Em outro caso investigado pelo psiquiatra mexicano, uma jovem de 18 anos se queixava constantemente de ter perdido suas mãos, e pensava ter sido enfeitiçada.
"Meu coração deixou de funcionar, sinto que meu fígado e estômago estão ficando doentes, deixaram de funcionar. Não sinto meu corpo por dentro. Não tenho coração", afirmava ela.
Pessoas com síndrome de Cotard apresentam um nível muito elevado de sofrimento
Esses pacientes sofrem um tipo de "despersonalização", aponta Ramírez. "Podem ter alucinações e estados de depressão muito graves."
Segundo ele, a sensação de estar morto "pode ou não estar presente".
E algumas pessoas podem até acreditar que sejam imortais – "ou coexistir com os dois delírios", completa.
Essa coexistência entre duas crenças tão contraditórias leva alguns pacientes ao suicídio.
"A pessoa, com essa negação da própria vida ou dos órgãos corporais, pode chegar a cometer atos muito mais dramáticos", afirma. "Já vimos, por exemplo, pacientes que se mutilaram."
A síndrome de Cotard se apresenta em condições psiquiátricas ou neurológicas distintas.
Pacientes com esquizofrenia podem manifestar o transtorno, também associado a estados de depressão psicótica, ao mal de Parkinson, a doenças neurovasculares e infecções cerebrais.
"Contudo, a maioria dos pacientes esquizofrênicos, com Parkinson, doença neurovascular ou depressão não irá apresentar a síndrome", diz o especialista.
Em sua carreira, Ramírez identificou 14 casos de pessoas com esse transtorno, entre milhares de pacientes que atendeu.

Uma hipótese, dois fatores

Não se sabe ao certo, contudo, o que causa a síndrome de Cotard.
Uma das hipóteses mais aceitas é a de Max Coltheart, especialista australiano em ciência cognitiva.
A síndrome de Cotard também é conhecida como delírio de negação ou niilista
"Ele aponta dois fatores associados a esse tipo de delírio", explica Ramírez. "O primeiro é uma anomalia neurobiológica que produz mecanismos neuropsicológicos alterados e motiva uma experiência subjetiva altamente anormal."
Um exemplo dessa situação seria a perda de memória emocional, levando o paciente a experimentar uma falta extrema de familiaridade com alguma situação de sua vida, seu corpo ou identidade.
"Também é preciso uma falha dos mecanismos lógicos conhecidos como sistema de avaliação de crenças. Porque uma pessoa pode ter problemas de despersonalização, mas não chega à conclusão de que está morta", diz o psiquiatra.
Embora não haja um tratamento específico para a síndrome de Cotard, existem terapias universais que podem ser aplicadas com sucesso.
"Primeiro é preciso tratar a doença de base", diz Ramírez.
Ou seja, se o paciente possui uma doença neurovascular, Parkinson ou alguma infecção, essa é a primeira coisa a ser atacada.
Depois, muitos são submetidos a terapias interpessoais e terapia cognitiva comportamental.
"Um dos problemas mais graves nesse transtorno é o estado de isolamento grave, que leva a pessoa a ficar totalmente afastada do fenômeno vital da relação humana", aponta o psiquiatra.   Fonte>> BBCBrasil

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Por que é tão difícil lembrar o nome das pessoas?

Memória não funciona como arquivo, mas sim como uma rede de associações

A resposta para esse mistério envolve aprender algo fundamental sobre a natureza da memória. E também oferece uma solução que pode ajudar a evitar situações constrangedoras.

Para começar, é preciso reconhecer que nossa memória não é um simples arquivo com pastas separadas para cada tipo de informação.
Pelo contrário, nossa mente é associativa. Ela é construída a partir de padrões de informações interconectadas.
E é por isso que “sonhamos acordados”: se você está lendo um livro e nota que ele foi impresso em Paris, pensa logo que Paris abriga a Torre Eiffel, que, por sua vez, foi um dos lugares que sua prima Ana visitou no ano passado, e que Ana adora sorvete de morango. Então, logo vai se perguntar se Ana tomou sorvete de morango quando estava no alto da torre.

Associações de tempo e espaço

Tudo funciona assim: cada item se conecta com todos os outros, mas não pela lógica, e sim pela coincidência de tempo, espaço, como você ficou sabendo da informação e o que ela significa.
A mesma rede de associações faz com que você possa adivinhar uma pergunta a partir da sua resposta. Por exemplo, a resposta “Torre Eiffel” se adequa à pergunta “Qual o monumento mais famoso de Paris?”.
Isso torna a memória algo útil: é possível ir facilmente do conteúdo para o rótulo, e vice-versa. A pergunta “O que há na gaveta mais alta da cômoda?” pode não ser muito interessante, mas se torna importante quando você precisa responder a uma questão como “Onde estão as chaves?”.
A memória é construída dessa maneira de propósito – e agora podemos entender por que esquecemos os nomes.
Itens se conectam na memória não pela lógica, mas por uma série de informações
Nossa memória é impressionante, mas ela responde à quantidade de associações que fazemos com uma informação nova, e independente da vontade que temos de memorizá-la.
Quando encontramos alguém pela primeira vez e ouvimos seu nome, a memória pode perceber a informação como algo arbitrário e desconectado de tudo o que sabemos ou viremos a saber.
Depois da conversa, na qual você provavelmente aprendeu sobre o emprego, os hobbies, a família e outras coisas a respeito da pessoa, todas essas informações se interligam na memória.

Dicas para afiar a memória

Felizmente, há maneiras de reforçar essas interligações para que elas fiquem arraigadas com as outras lembranças.
Eis aqui algumas maneiras de lembrar o nome de alguém, usando apenas alguns princípios básicos.
Primeiro, repita qualquer nome novo que você escutar. A prática é uma das regras de ouro do aprendizado e significa memórias mais sólidas. Além disso, ao usar o nome da pessoa, você o está ligando a si mesmo, no ato físico de pronunciá-lo, e também ao assunto da conversa.
Em segundo lugar, tente ligar o nome que acabou de ouvir a algo que você já sabe. Não importa se a relação parece boba. O importante é encontrar alguma conexão para ajudar o nome a se fixar na memória.
Por exemplo, você pode estar conversando com alguém chamado João e se lembrar que seu melhor amigo na escola se chamava João, e que apesar deste João estar usando uma camisa azul, o João da escola só se vestia de preto.
Finalmente, é preciso tentar ligar o nome a algo mais sobre aquela pessoa. Por exemplo, João é um nome bíblico e começa com “J”, assim como o Jonas da Bíblia, que foi engolido por uma baleia. Este João gosta de pescar, então também é mais fácil associar essas informações.
Fazer essas relações ajuda a criar uma rede de associações em sua memória, e essa rede vai evitar que o nome da pessoa “suma” da sua mente quando você tiver que apresentá-la a outra, por exemplo.
Se você duvida disso, faça este rápido teste: eu mencionei três nomes neste texto. Aposto que você se lembra de João, que não é Jonas. E provavelmente também da prima Ana.
Mas e o meu leitor, que quis saber mais sobre o fenômeno do esquecimento? Foi o único que eu apresentei sem fazer qualquer relação elaborada com seu nome. E é por isso que tenho certeza que você já esqueceu como ele se chama.
*Tom Stafford é professor de psicologia e ciência cognitiva da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha.  Fonte>> BBCBrasil

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Coldplay se transforma em macaco no clipe de 'Adventure of a lifetime'


Este é o primeiro single do disco 'A head full of dreams'.
Álbum tem participações de Gwyneth Paltrow, Beyoncé, e Obama.


Clipe de 'Adventure of a lifetime', do Coldplay (Foto: Divulgação)
O Coldplay divulgou nesta sexta-feira (27), no Facebook, o clipe da música "Adventure of a lifetime", primeiro single do disco "A head full of dreams". No vídeo, os integrantes da banda se transformam em macacos, criados digitalmente com os próprios movimentos dos músicos. Eles andam pela floresta onde encontram instrumentos musicais. (Assista o clipe abaixo)

O novo álbum, que será lançado no dia 4 de dezembro, tem participações confirmadas de Gwyneth Paltrow, Beyoncé, Blue Ivy - filha de Beyoncé com Jay Z - e até Barack Obama.




Turnê pelo Brasil
A turnê "A Head Full Of Dreams Tour" passa pela América Latina em 2016. As apresentações no Brasil acontecerão em São Paulo (Allianz Parque) no dia 7 de abril, e no Rio de Janeiro (Estádio do Maracanã) no dia 10 de abril.  

Fonte>> G1

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Brasil é o quinto país do mundo no ranking de assassinato de mulheres

" Fonte>> Band/Uol

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Os 10 filmes mais pirateados da semana.

(Foto: Reprodução)
Mais uma vez, quem ocupa o primeiro lugar da lista dos 10 filmes mais pirateados da semana elaborada pelo TorrentFreak é o longa ‘Maze Runner: Prova de Fogo’, seguido por Homem-Formiga e Another World.

1) Maze Runner: Prova de Fogo

2) Homem-Formiga




3) Another World




4) Criminal Activities





5) O Agente da U.N.C.L.E.




6) Ronaldo




7) Os 33





8) Hotel Transilvânia 2




9) Divertida Mente




10) Talvar



Fonte>> Olhar Digital

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Proteste aciona Ministério das Comunicações contra bloqueio do WhatsApp.

A associação de consumidores Proteste deve protocolar na próxima terça-feira, 1, no Ministério das Comunicações, em Brasília, mais um documento contra medidas regulatórias que permitam que as operadoras bloqueiem o aplicativo. A campanha "Não calem o WhatsApp" teve a adesão de 51,6 mil consumidores e pede que sejam garantidos os direitos de uso dos apps de voz.
(Foto: Divulgação)
No documento, a Proteste pede que o ministério atue para garantir os direitos estabelecidos com o Marco Civil da Internet. "O bloqueio desses serviços, por alegada concorrência com o serviço de telefonia, desrespeita as garantias de neutralidade e prestação adequada do serviço, em prejuízo de milhões de consumidores. Mesmo utilizando o número de celular do usuário, o serviço de voz do WhatsApp é oferecido por meio da internet, não se tratando de uma ligação tradicional, e se dá por meio de pacote de dados, que é diferente de uma ligação da telefonia", explica a associação em um comunicado divulgado nesta segunda-feira.

De acordo com a Proteste, as questões contratuais relativas à conexão e aos aplicativos deve ser resolvida com base no Marco Civil da Internet e no Código de Defesa do Consumidor. "[o aplicativo] está fora das atribuições da Agência Nacional de Telecomunicações , a Anatel, restrita às telecomunicações", conta a associação.

Fonte>> Olhar Digital

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Conheça 4 áreas que apontam o futuro da pesquisa no Google.

Em uma conferência realizada na última semana em Toulouse, na França, o diretor de pesquisa de inovação do Google, Behshad Behzadi, apontou que a companhia acredita que o futuro esteja nos dispositivos móveis e ofereceu algumas ístas do que deve ser o futuro da área de buscas na gigante de tecnologia. Segundo ele, 4 grandes áreas devem se modificar drasticamente nos próximos anos. Veja quais são elas:
(Foto: Reprodução)
1. Voz
O processamento de linguagem natural do Google evoluiu bastante nos últimos anos: antes, a taxa de erro era de 1 em 4. Atualmente, o valor passou para 1 a cada 16. De acordo com Behzadi, isso significa que o sistema interpreta as pesquisas por voz na velocidade e com a capacidade de uma conversa entre pessoas.

2. Contexto
Cada vez mais, o motor de busca do Google está tentando entender o que o usuário quer descobrir ou encontrar quando digita algo na página de buscas. O sistema capta as pesquisas do usuário e seu histórico para tentar captar o que ele realmente quer saber.

3. Localização
As pesquisas baseadas em localização devem se tornar ainda mais importantes para a plataforma. Ao buscar itens gerais, o usuário deve obter resultados específicos, com base no lugar onde ele se encontra. Pesquisando, por exemplo, loja de roupas, em uma rua qualquer, o usuário receberá indicações dos estabelecimentos que se encontram próximos a ele.

4. Dados pessoais
O item é uma das grandes polêmicas enfrentadas pelo Google atualmente. Questionada, a companhia revela que a intenção é saber mais sobre o usuário e adaptar os resultados com base em sua maneira de pesquisar e em seus interesses. No entanto, defensores da privacidade na rede apontam que essa pode ser uma grande oportunidade para obter informações sensíveis sobre as pessoas.

Fonte>> Olhar Digital

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Ondas do roteador podem carregar smartphone.

Pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, criaram uma tecnologia que permite que as ondas emitidas por roteadores carreguem a bateria de dispositivos como smartphones e tablets.
(Foto: Reproduçãp)
A tecnologia, que recebeu o nome de Power Over Wifi, PoWiFi, usa as ondas tradicionalmente emitidas pelos roteadores aprimoradas, melhorando seu sinal para a entrega de potência, sem afetar a qualidade e a velocidade de transmissão dos dados. 

A equipe também desenvolveu sensores que podem ser integrados em smartphones e outros dispositivos para captar e armazenar a energia fornecida pelo roteador. 

Em testes realizados em laboratório, os pesquisadores conseguiram alimentar a bateria de uma câmera posicionada a 5m de distância. Em outra experiência, os pesquisadores conseguiram carregar a bateria de uma pulseira inteligente a 8,5m do roteador.

Via Universidade de Washington

Fonte>> Olhar Digital

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Saiba de onde vieram 10 importantes nomes da tecnologia.

Empresas como a Apple, o Facebook e o Google dominam o mundo da tecnologia atualmente e são conhecidas por quase qualquer pessoa. Mas de onde vieram os nomes das empresas e de seus principais produtos? Listamos abaixo histórias que contam de onde vieram 10 nomes emblemáticos do setor. Confira:
(Foto: Reprodução)
1. Apple
Fundada no final dos anos 70 por Steve Jobs e Steve Wozniak, a Apple recebeu esse nome devido a uma dieta de Jobs. "Eu estava numa das minhas dietas frugívoras. Tinha acabado de voltar de uma fazenda de maçãs. O nome parecia divertido, espirituoso e não intimidante. 'Apple' tirava a pressão da palavra computador. Além disso, nos poria à frente da Atari na lista telefônica", revelou em uma entrevista.

2.iMac
o 'i' do iMac representa "internet". Lançado em 1997, o produto tinha como principal atrativo a possibilidade de conectar-se à rede. Mais tarde, o 'i' foi atribuído às palavras "inovação" e "individualidade".

3. Android
O sistema operacional mais popular do mundo recebeu esse nome em homenagem a um personagem do jogo de Atari chamado "Gauntlet: The Third encounter". Confira:

4. Google
O nome foi escolhido pela expressão googol, que indica o número 1 seguido de 100 zeros. A palavra surgiu quando o matemático Edward Kasner pediu ao seu sobrinho de 8 anos uma indicação de como expressar um número muito grande.

De acordo com um documentário do Biography Channel sobre a gigante de tecnologia, o 'Googol' se tornou 'Google' quando um investidor entregou um cheque de 100 mil dólares aos fundadores da empresa com o nome acidentalmente errado.

5. Yahoo
O nome Yahoo surgiu por dois motivos: a namorada de David Filo, um dos fundadores da plataforma, o chamou pela palavra, um apelido usado no sul dos Estados Unidos para pessoas sem sofisticação. Além disso, a sigla significa 'Yet Another Hierarchically Organized Oracle', uma referência a uma das primeiras versões de classificados dos sites.

6. Facebook
Nas universidades dos Estados Unidos, Facebook é, literalmente, um livro de rostos, usado para que os alunos reconheçam uns aos outros no campus. Essa era a ideia inicial da rede social mais popular do mundo.

7. IBM Watson
O sistema de inteligência artificial da IBM recebeu esse nome em homenagem a Thomas J Watson, o primeiro CEO da companhia.

8. Windows
No lançamento da primeira versão do sistema operacional, outros softwares já possuíam o mesmo conceito de janelas, mas a Microsoft optou por usar um nome que traduzisse exatamente como funcionava o sistema. A ideia deu certo: o Windows é, até hoje, o sistema operacional mais usado do mundo.

9. Intel
O nome Intel significa 'Integrated Electronics', um resumo do principal produto da companhia. Na época, os microprocessadores eram considerados "um computador num chip".

10. Amazon
Jeff Bezos, CEO e fundador da Amazon, conta que o nome foi inspirado no rio Amazonas, o maior do mundo. De acordo com ele, a ideia era escolher um nome que representasse "a maior livraria do mundo" que, como o rio, "fosse exótica e diferente".

Via BusinessInsider

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Confira os primeiros aparelhos que receberão Windows 10 Mobile.

A Microsoft divulgou, por meio de sua página suporte, uma lista que mostra quais serão os primeiros smartphones que receberão o Windows 10 Mobile. Por mais que a variedade de modelos não seja muito grande, os escolhidos são alguns dos mais populares do público.
(Foto: Divulgação)
Os aparelhos que receberão o novo sistema operacional são os seguintes: Lumia 430; Lumia 435; Lumia 532; Lumia 535; Lumia 540; Lumia 640; Lumia 640 XL; Lumia 730; Lumia 735; Lumia 830 e Lumia 930. Apesar da divulgação da lista, ainda não se sabe quando essa atualização acontecerá.

Os demais modelos não foram escolhidos porque não têm espaço suficiente para a atualização. Eles só devem receber o upgrade para o novo sistema quando a Microsoft disponibilizar uma versão mais leve.

Fonte>> Olhar Digital

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A Apple pode eliminar o conector de fones de ouvido do iPhone 7?

Já é sabido: a cada dois anos, a Apple renova o design do iPhone, tornando-o, normalmente, mais fino e leve. Então, o que vai acontecer quando a espessura chegar aos 3,5 milímetros ou passar essa marca, que é o exato tamanho da entrada de fones de ouvido? Se um rumor vindo do Japão estiver certo, isso pode acontecer já no ano que vem, e o resultado é que a entrada de fones convencional pode estar dando adeus.

Por Renato Santino
(Foto: reprodução)

O blog Macotakara diz que tem fontes confiáveis afirmando que o fim do conector de 3,5 milímetros acontecerá no iPhone 7. Por se tratar de um rumor, é bom não acreditar cegamente na informação, no entanto.

Não seria uma surpresa, contudo, se isso realmente acontecesse. O iPhone 6 chegou aos 6,9 milímetros de espessura, então ainda há alguns milímetros para serem removidos antes de chegar ao limite dos 3,5. No entanto, é muito pouco provável que a redução de espessura venha do afinamento da carcaça do aparelho, pois reduziria sua resistência. O caso dos iPhones que entortam já foi dor de cabeça demais para a Apple. Sobra, portanto, tentar afinar os componentes internos, e a entrada para fones convencional seria uma possível vítima.

Isso não quer dizer que a Apple quer eliminar os fones com fios e adotaria apenas o Bluetooth. O que a indústria imagina é que a entrada seja substituída por um conector USB-C multiuso, que tem apenas 2,5 milímetros, que pode substituir a entrada Lightning presente nos smartphones atuais.

A empresa já mostrou que tem coragem para fazer esse tipo de mudança, com o novo Macbook. O laptop só tem dois conectores: uma entrada USB-C, que força os consumidores a se adaptarem ou comprarem adaptadores para seus cabos HDMI, e todos os dispositivos USB convencionais, e uma entrada para fones de 3,5 mm.

O que é certeza é que, se isso acontecer, a indústria de áudio terá que se preparar. O iPhone é indiscutivelmente o modelo de smartphone mais vendido do mundo, e o equipamento primário de consumo de áudio (música, podcasts, etc.) de muita gente, o que torna a tendência impossível de ignorar. Isso tornaria obsoletos todos os modelos de fones já lançados, mas abriria um novo mercado, que é o de adaptadores para USB-C (ou qualquer outro padrão que a Apple possa adotar).

Via Mashable 

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Brasil é o 61º país mais conectado do mundo; veja o ranking da ONU.

A União Internacional das Telecomunicações, órgão ligado à ONU, liberou uma nova edição de seu ranking quinquenal que mede o grau de desenvolvimento da sociedade da informação. O documento mostra que o Brasil evoluiu nos últimos cinco anos e deu um bom salto na lista, atingindo uma nota 6,03.
(Foto: Divulgação)
O país ficava na 73ª colocação em 2010, e se tornou o 61º país mais conectado do mundo em 2015. Não chega a ser impressionante, mas é um crescimento bom, que se deu principalmente graças ao “boom” das assinaturas de banda larga móvel nos últimos cinco anos, mas também houve um aumento no número de casas com computares e casas com internet.
O ranking é um tipo de índice de desenvolvimento da tecnologia informática e telecomunicações. Ele é calculado a partir do nível de acesso às tecnologias, a utilização e a competência na área, levando em consideração a taxa de analfabetismo, o percentual da população que chegam aos níveis mais altos de estudo, além, claro, da disponibilidade de computadores, smartphones, telefones fixos e acesso à internet (fixa e móvel).

O relatório aponta também que o mundo já tem 3,2 bilhões de pessoas conectadas, ou cerca de 43,4% da população mundial. Em 2020, a expectativa é que 56% dos lares devem ter acesso à internet, mas só 53% da população global deve utilizar a rede.

No topo da lista está a Coreia do Sul, com nota 8,93 que se manteve no posto em comparação com 2010, seguido de perto pela Dinamarca, com pontuação de 8,88, e Islândia, com 8,86. Você pode conferir o top 10 abaixo, ou clicar neste link para ver o ranking completo.


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