No grupo, havia quatro adolescentes; caso ocorreu no município de Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí
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| © Pixabay |
Eles não tinham carteira assinada, nem utilizavam equipamentos de segurança. Na fazenda onde estavam, dormiam em barracas de plástico sem sanitários.
A ação ocorreu há quatro dias e foi divulgada hoje (18). Pelos dados do ministério, os trabalhadores estavam em uma fazenda de cultivo de soja e eram responsáveis pela limpeza manual de área agrícola catando raízes da terra.
Segundo os fiscais, não havia registro em carteira, nem uso de equipamento de proteção individual.
“Eles [os trabalhadores] faziam a limpeza manual da área agrícola, realizando a catação de raízes da terra sem nenhuma proteção ou suporte”, afirmou o auditor fiscal do Trabalho, Robson Waldeck. Acrescentou que os trabalhadores eram do interior do Piauí e Maranhão.
A equipe de fiscalização constatou também que as refeições eram feitas em local inadequado e sem higiene. Os trabalhadores não fizeram exame médico admissional obrigatório e foram submetidos a jornadas excessivas de trabalho pelo empregador.
Após serem notificados pela fiscalização sobre as irregularidades – que ferem a legislação trabalhista –, os donos da fazenda tiveram de arcar com o pagamento de todos os direitos trabalhistas às pessoas resgatadas.
Segundo o ministério, os trabalhadores do grupo que têm direito receberão três parcelas do Seguro-Desemprego.
Via...NOTÍCIAS AO MINUTO

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