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sexta-feira, 15 de março de 2019

MPF denuncia Joesley, Palocci, Mantega e mais nove por fraude no BNDES

Segundo investigação, o banco emprestou ao grupo JBS muito mais do que poderia e teve prejuízo estimado em R$ 1,8 bilhão

MPF denuncia Joesley, Palocci, Mantega e mais nove por fraude no BNDES
© REUTERS / Adriano Machado (Foto de arquivo) 
O Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal denunciou à Justiça 12 pessoas por fraudes em aportes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao grupo JBS, entre 2007 e 2011. Entre os denunciados estão o empresário Joesley Batista (dono da JBS), os ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci e o ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho.


De acordo com as investigações, o banco teve prejuízo estimado de R$ 1,8 bilhão. A ação pede reparação dos danos de R$ 3,7 bilhões.
As acusações são de crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, gestão fraudulenta, prevaricação financeira e lavagem de dinheiro.
"A ação penal relata as manobras praticadas em um projeto que teria por objetivo a internacionalização do grupo JBS, com o fim de que a holding passasse a operar em novos mercados. Para isso, foi articulado um esquema alimentado por propina que garantiu decisões políticas e econômicas tomadas no BNDES em favor daquela que se tornaria a maior produtora de proteína animal do mundo", diz o MPF, em nota.
Segundo os procuradores, o banco emprestou ao grupo JBS muito mais do que poderia. "Não houve clareza na definição das finalidades em que os recursos seriam aplicados. Nesse aspecto, a empresa pública consentiu que parte do montante entregue à holding fosse destinada conforme livre determinação da empresa e não segundo o deliberado nos contratos. Os autores mencionam ainda a ausência de análise do limite de exposição do BNDES ao Grupo JBS. Ou seja, o MPF verificou que o banco se arriscou e emprestou muito mais do que poderia à empresa, contrariando as próprias normas de segurança. As investigações apontam também que o banco chegou a alterar a legislação interna para permitir o investimento em empresas estrangeiras e “legalizar” a concessão de valores para a JBS USA. Tal prática era proibida e, por meio de gestões políticas articuladas entre os acusados, foi normatizada".
Os denunciados negam as acusações. Com informações da Agência Brasil.

Via...NOTÍCIAS AO MINUTO

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