Nos últimos dias milhares de pessoas protestaram em Hong Kong contra um projeto de lei
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| © Reuters |
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A chefe-executiva de Hong Kong, Carrie Lam, disse nesta segunda-feira (8, terça-feira pelo horário local) que o projeto de lei de extradição de suspeitos à China continental está "morto". Acrescentou ainda que a condução da proposta pelo governo foi um fracasso total.
Lam, no entanto, se negou a anunciar a retirada do texto. "Em certa medida, se retirasse hoje, poderia voltar no Conselho Legislativo em três meses. Se querem escutar algo muito determinante e decisivo, 'o projeto de lei está morto' é uma declaração bastante determinante."
Estudantes universitários que lideram os protestos no território semiautônomo seguem insatisfeitos e exigem a total anulação do projeto. Eles ainda reivindicam investigação independente sobre a atuação da polícia na repressão aos atos, anistia aos detidos e a renúncia de Lam, seguida de reformas democráticas.
Sob domínio chinês desde 1997, a ex-colônia britânica possui um sistema legal próprio e certa autonomia política em relação a Pequim, em um arranjo conhecido como "um país, dois sistemas".
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