Estudantes chamam Witzel de fascista e xingam ministro do STF em Coimbra
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| © Reuters |
Segurando cartazes que diziam "Marielle presente", "Marielle vive" e "Cadeia para Witzel", eles gritavam: "Fascistas, golpistas, não passarão". Alguns levavam também laranjas, em referência ao escândalo das candidatas-laranja do PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, aliado de Witzel.
"Oitenta tiros, oitenta tiros", repetiam, referindo-se à morte de um músico pelo Exército em abril no Rio.
Na sala estavam presentes também três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Um deles, Alexandre de Moraes, também foi hostilizado. Chamado de golpista, ele foi para o fundo da sala e abriu um livro para ler.
Os outros dois, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello, assistiram a tudo sem reação. No final do protesto, Lewandowski se aproximou e abraçou os estudantes.
Os organizadores do evento tentaram conter os jovens, mas foram hostilizados. "Quem dá voz para fascista é fascista também", diziam. O evento foi encerrado.
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