Cerca de 70 mil pessoas deixaram suas casas com medo de violência e de uma crise humanitária
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| © Reuters |
Ainda segundo números do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), também foram mortos 32 membros das Forças Democráticas Sírias (SDF, coalizão liderada pelos curdos), 34 rebeldes sírios apoiados pela Turquia e um membro das forças militares turcas.
Já de acordo com a Anadolu, agência estatal turca de notícias, 342 militantes curdos foram mortos durante a ação. Houve enfrentamento entre forças turcas e do SDF em Qamishli, e nove vilarejos foram cercados nos arredores de Ras al Ain e Tel Abyad. Cerca de 70 mil pessoas deixaram suas casas com medo de violência e de uma crise humanitária.
A ofensiva turca começou na quarta-feira (9), depois de o presidente americano, Donald Trump, retirar soldados da região.
Trump vem fazendo sugestões de que pode mediar o conflito, depois de ser acusado de abandonar os curdos -o que levou o próprio Partido Republicano a questioná-lo.
Uma dos temores causados pela ação turca é que integrantes do Estado Islâmico (EI), que ainda atua na região, fujam e se reorganizem.
O comando dos curdos no norte da Síria acusou a Turquia de atacar uma prisão onde estavam detidos ex-combatentes do Estado Islâmico, em Chirkin. Nessa cadeia, havia presos de mais de 60 nacionalidades diferentes.
Por outro lado, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ameaçou liberar que mais de 3 milhões de refugiados entrem na Europa caso sua operação militar seja questionada.
A Turquia é o país com mais refugiados no planeta segundo a Acnur (a agência da ONU destinada ao assunto).
O país fez um acordo com a União Europeia para manter milhões de sírios que fugiam da guerra civil, diminuindo assim o fluxo deles para os países do bloco.
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