Em 25 de janeiro de 2019, rompimento da barragem matou 272 pessoas
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| © Tânia Rêgo/Agência Brasil |
Era uma sexta-feira, Nayara Porto, então com 27 anos, preparava um pudim para o fim de semana, sobremesa preferida do marido Everton Lopes Ferreira, de 32 anos. Após colocar o doce no forno, escutou a vizinha conversando com uma tia sobre a “barragem da Vale” que havia rompido, rememora em referência à barragem de rejeitos da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG)

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