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terça-feira, 3 de março de 2026

Fenômeno da Lua de Sangue foi visto hoje na Região Norte

Alinhamento do Sol, Terra e Lua só ocorre durante a lua cheia

© Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil/arquivo

O eclipse lunar total, que deixa a Lua com um tom avermelhado, fenômeno conhecido como Lua de Sangue, começou nesta terça-feira (3) às 5h44, horário de Brasília, e completou suas fases entre 8h04 e 9h02, quando a Lua já teria se posto no território nacional.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Primeira Superlua de 2026 pode ser vista neste sábado (03)

A Lua Cheia de 3 de janeiro vai ocorrer às 07h03 (horário de Brasília)

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo


Embora seja chamada popularmente de Superlua, o nome correto da Lua Cheia que será vista no céu nesse sábado (3) é "Lua Cheia de Perigeu", como definem os astrônomos, porque ela estará em um ponto mais perto da Terra. Peri significa próximo e Geo, Terra. Daí o nome Perigeu. A Lua Cheia parece 6% maior e 13% mais brilhante do que uma lua cheia média.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Janeiro de 2025 foi o mês mais quente do planeta

Pesquisa é do Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas da UE

© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Em janeiro de 2025, a temperatura do planeta registrou 1,75 grau Celsius (°C) acima do nível pré-industrial. Foi a maior já anotada pela série histórica do Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas da União Europeia, ficando 0,79°C acima da média de 1991-2020 para o mês, com temperatura do ar na superfície de 13,23ºC.

quarta-feira, 29 de maio de 2024

O que é a anomalia magnética do Atlântico e por que ela não está ligada à chuva no RS

Resultado do movimento do ferro no núcleo interno do planeta, o campo magnético da Terra funciona como um escudo para partículas cósmicas

© Reprodução/Agência Espacial Europeia

Cientistas conhecem e estudam há décadas a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Amas), área onde o magnetismo da Terra é mais fraco e que compreende o Sul e Sudeste do Brasil.

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Terra avança para atingir dobro do limite de temperatura para catástrofe climática

Se mantidas as políticas climáticas hoje em curso, a temperatura deve subir 2.8ºC (também em comparação com o período anterior à Revolução Industrial).

© Shutterstock
O mundo está longe de atingir as metas estabelecidas pelo Acordo de Paris, pacto firmado entre 195 países contra as mudanças climáticas, e restringir o aquecimento global em 1,5º C em relação aos níveis pré-industriais até ao final do século. Mas, se mantidas as políticas climáticas hoje em curso, a temperatura deve subir 2.8ºC (também em comparação com o período anterior à Revolução Industrial).

sábado, 9 de outubro de 2021

O risco crescente de uma guerra pela água

 O que pode acontecer quando a demanda superar a oferta?

O risco crescente de uma guerra pela água -

Embora seja um assunto sem muito destaque, a escassez de água é um problema muito real. A ONU e o Banco Mundial prevêem que a seca pode colocar 700 milhões de pessoas em risco de deslocamento até 2030. A escassez de água resulta, em parte, de uma demanda maior que a oferta. E quando se trata de um recurso natural tão vital quanto a água, a escassez pode resultar em conflitos violentos.

Confira esta galeria para saber tudo sobre o risco crescente de guerras por conta da água.

Embora seja um assunto sem muito destaque, a escassez de água é um problema muito real. A ONU e o Banco Mundial prevêem que a seca pode colocar 700 milhões de pessoas em risco de deslocamento até 2030. A escassez de água resulta, em parte, de uma demanda maior que a oferta. E quando se trata de um recurso natural tão vital quanto a água, a escassez pode resultar em conflitos violentos.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Supervulcões têm reserva de magma a 75 km de profundidade

Pesquisadores revelaram que esse tipo de vulcão é alimentado por um complexo e profundo sistema de bombeamento de magma

© REUTERS/Cristobal Saavedra
Um novo estudo feito por cientistas da Rússia desvendou o mecanismo que controla os supervulcões - classificação atribuída aos vulcões que causaram as erupções mais devastadoras na Terra. Os pesquisadores conseguiram explicar por que eles têm um volume de magma tão grande e porque entram em atividade muito raramente.

Estudando o supervulcão de Toba, na Indonésia - que entrou em erupção pela última vez há 74 mil anos, produzindo uma catástrofe global -, os pesquisadores revelaram que esse tipo de vulcão é alimentado por um complexo e profundo sistema de bombeamento de magma.
A mais de 150 quilômetros de profundidade, sob as placas tectônicas sobrepostas, esse sistema envia gases e magma, que ficam armazenados em um imenso reservatório a 75 quilômetros da superfície. O mesmo tipo de sistema foi identificado também no supervulcão de Yellowstone, nos Estados Unidos.
Quando o reservatório de magma atinge um nível crítico e pressão por causa dos gases armazenados, o reservatório se esvazia, produzindo uma erupção de grande escala. O estudo, publicado na revista científica Nature Communications, foi liderado por Ivan Koulakov, chefe do Laboratório de Sismologia do Instituto de Geologia e Geofísica de Petróleo da Rússia.
O supervulcão de Toba produziu um efeito devastador no clima global e na biosfera, quando literalmente explodiu pela última vez, há 74 mil anos, lançando pelos ares 2,8 mil km3 de material.
Para se ter uma ideia da escala, basta fazer uma comparação com os 4 km3 de material ejetado pela conhecida erupção do Monte Vesúvio, no ano 79 - que destruiu as cidades de Pompeia e Herculano, matando cerca de 16 mil pessoas - que liberou uma energia térmica mil vezes maior que a da bomba de Hiroshima.
Alguns cientistas defendem a chamada Teoria da Catástrofe de Toba: a erupção devastadora há 74 mil anos teria obscurecido a luz solar, fazendo as temperaturas caírem mais de cinco graus Celsius por alguns ano - o que teria acabado com várias espécies, quase extinguindo os ancestrais dos humanos.
A catástrofe de Toba explicaria, portanto, um dos principais mistérios da genética. Estudos genômicos mostram que os genes de todos os seres humanos atuais têm origem em apenas algumas milhares de pessoas que viveram há alguns milhares de anos, em vez de fazerem parte das linhagens humanas muito mais antigas, como seria coerente com os registros fósseis. Todos os seres humanos seriam descendentes dos sobreviventes da erupção do Toba.
O poder das erupções vulcânicas é medido com o Índice de Explosividade Vulcânica (VEI, na sigla em inglês). A escala vai de 1 a 8, sendo que cada ponto significa uma erupção 10 vezes maior que o precedente. Só os supervulcões, como o de Toba e o de Yellowstone, têm erupções de magnitude 8. Nenhum deles explodiu nos últimos 20 mil anos. Com informações do Estadão Conteúdo.
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