Imóvel na Zona Sul de São Paulo tinha um ateliê com um quadro grande, que escondia local onde eram guardadas notas
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| © Geraldo Magela/Agência Senado |
O doleiro Adir Assad relatou em delação premiada como eram feitas as transações com Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, apontado como operador financeiro do PSDB. Segundo ele, até 15 malas com R$ 1,5 milhão foram retiradas de uma casa que seria do ex-diretor da Dersa.
Como publicado pela coluna da Mônica Bergamo, na "Folha de S. Paulo", Assad informou que o imóvel, que fica na Vila Nova Conceição, na Zona Sul de São Paulo, tinha uma edícula usada como ateliê de pintura. O local era acessado por uma escada a partir da garagem.
Segundo Assad, a edícula tinha um quadro grande, que servia como uma parede falsa. "Um vão com prateleiras, onde Paulo deixava guardadas diversas malas, todas cheias de dinheiro".
A delação de Assad culminou na prisão de Paulo Preto, na última terça-feira (20). A defesa do doleiro disse que não vai se pronunciar até que possa avaliar todo o processo.

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