As ações incluem trabalhos para reduzir a densidade de algumas florestas e a remoção de ervas secas e outros materiais de fácil combustão
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"O crescente risco de incêndios florestais que enfrentamos como Estado significa que, simplesmente, não podemos esperar até que um incêndio comece para iniciar a disponibilização de recursos de emergência", referiu o governador Gavin Newsom, em comunicado.
O governador salientou que a Califórnia necessita de um "foco contínuo e uma ação imediata" para garantir a proteção do Estado, que nos últimos dois anos sofreu com os piores incêndios da sua história, que causaram mais de 120 mortos.
De acordo com a Comissão de Seguros do Estado, os incêndios florestais de 2018 foram os "mais mortais e mais caros da história" e representaram um desembolso de cerca de dez bilhões de dólares para as seguradoras.
Devido a esta declaração de emergência, serão desenvolvidos trabalhos em 365 quilômetros quadrados que foram identificados pelo Departamento Florestal e de Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire) como "áreas críticas para proteção contra ameaças de incêndios".
As ações incluem trabalhos para reduzir a densidade de algumas florestas e a remoção de ervas secas e outros materiais de fácil combustão.
Espera-se que estes projetos melhorem a proteção de cerca de 200 comunidades no Estado norte-americano, pois é estimado que 2,2 milhões de residências estejam em "alto ou muito alto risco de incêndio". Com informações da Lusa.

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