Estrutura fica quase dentro do município de Congonhas, a 250 metros de casas
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Segundo apurado pelo jornal Estado de Minas, o secretário de Meio Ambiente da Prefeitura, Neylor Aarão, informou ao MPMG que a CSN não fornece informações precisas sobre a barragem, prejudicando assim o plano de evacuação. A Defesa Civil Municipal estima que os imóveis localizados mais próximos à barragem poderiam ser atingidos em 30 segundos se ela se romper.
O promotor Vinícius Galvão, que assina a recomendação, deu um prazo de 10 dias para a mineradora providenciar a retirada dos moradores. No caso da CSN se opor, o promotor diz que vai ingressar uma ação civil pública contra ela.
A barragem Casa da Pedra está localizada praticamente dentro da cidade de Congonhas. De acordo com a publicação, a estrutura fica a 250 metros de casas e a 2,5 quilômetros do Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, patrimônio cultural da humanidade. A barragem foi construída com o método a jusante, uma técnica mais cara que a montante (que rompeu em Mariana e Brumadinho).
A estrutura comporta 21 milhões de metros cúbicos de rejeitos, segundo a CSN. Contudo, a prefeitura contesta a informação e afirma que o total chega a 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos.
Procurada pelo jornal, a mineradora afirmou que não vai se pronunciar sobre a recomendação neste momento.

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