Apos reunião na noite desta segunda-feira ficou garantido o retorno a normalidade; já nesta terça a categoria retorna os serviços sem nenhuma baixa
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| Divulgação/Comlurb |
"A prefeitura prometeu avaliar e apresentar, até quinta-feira [24], uma nova proposta de aumento salarial, acima dos 3,73% rejeitados pelos funcionários. Até lá, o sindicato mantém a categoria em estado de greve", informou o site do Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação (Siemaco). A entidade disse que a Comlurb se comprometeu a abonar a falta dos garis grevistas nesta segunda-feira e que, além do reajuste, a negociação envolve também a implantação definitiva de um novo plano de carreira, cargos e salários.
Proposta
De acordo com a Comlurb , a proposta de reajuste de 3,73% nos salários repõe a inflação acumulada no ano e incide sobre todo o pacote de benefícios, que somam 20 itens, como auxílio-creche, vale-refeição e plano de saúde e odontológico. "A prefeitura reconhece a importância dos garis para a cidade do Rio e isso se reflete no fato de ser a única categoria que conta com reajuste salarial todos os anos, mesmo com as dificuldades financeiras que passa a atual administração municipal", diz a estatal em nota.
A greve que teve início hoje foi decidida em uma assembleia na última quinta-feira (18). A categoria pede 10% de aumento. “Somos uma categoria tão importante para cidade e o prefeito apresentou proposta de 3,73% de aumento, enquanto outras empresas ganharam de 6% a 13%. A justificativa do prefeito é que não tem dinheiro pra pagar os trabalhadores”, disse mais cedo Bruno da Rosa, representante dos funcionários nas negociações.
Além do reajuste e da implantação do plano de carreira, cargos e salários, os trabalhadores defendem também que a extensão do auxílio-creche aos homens e do adicional de coleta a todos que realizam este trabalho e a inclusão de vigias e agentes de preparo de alimentos no adicional de insalubridade.
De acordo com a Comlurb, apesar da greve dos garis , os serviços de limpeza urbana continuaram sendo prestados em toda a cidade do Rio de Janeiro. A estatal obteve decisão favorável da Justiça determinando que os garis assegurassem um contingente mínimo de 60% do efetivo.
Fonte: Último Segundo - iG

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