sexta-feira, 28 de maio de 2021

Randolfe: documentos deixam claro que ocorreu grave omissão do governo federal

 

Na avaliação do senador, o consenso que um dia houve no Brasil para conter a disseminação do novo coronavírus foi desfeito após o pronunciamento, em março do ano passado, em que o presidente Jair Bolsonaro tratou os sintomas que sentiria da covid-19 como "gripezinha" ou "resfriadozinho"

© Roque de Sá/Agência Senado


O vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou nesta tarde (28) que os documentos que chegam ao colegiado, por meio de requerimentos de informação, "deixam claro que ocorreu grave omissão" pelo governo federal no combate à pandemia da covid-19 no Brasil.


Na avaliação do senador, o consenso que um dia houve no Brasil para conter a disseminação do novo coronavírus foi desfeito após o pronunciamento, em março do ano passado, em que o presidente Jair Bolsonaro tratou os sintomas que sentiria da covid-19 como "gripezinha" ou "resfriadozinho".

Durante entrevista coletiva nesta tarde, Randolfe destacou que o Palácio do Planalto deixou de atender a pedidos de informação feitos, entre eles o do senador governista Eduardo Girão (Pode-CE), sobre os eventos com aglomeração dos quais participou o presidente Jair Bolsonaro. Como alternativa, Randolfe afirmou que irá buscar outros meios para obter as informações, entre eles, os registros em imagens por emissoras de TV e "as penas da lei".

O vice-presidente do colegiado reforçou que membros da comissão têm recebido ameaças, sem destacar de quais grupos. Conforme afirmou, o País "não enfrenta circunstâncias normais". "Todas as instituições democráticas estão sendo desafiadas", disse destacando o Judiciário, o Legislativo e a imprensa.

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