sexta-feira, 1 de abril de 2022

Sem citar evidências, Biden diz que há indícios de que Putin prendeu conselheiros

A diretora de comunicação da Casa Branca, Kate Bedingfield, disse a jornalistas que a Rússia cometeu um "erro estratégico"

© Getty

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (31), sem citar evidências, que o russo Vladimir Putin está demitindo e prendendo conselheiros em meio às dificuldades de avanço das tropas do país na guerra na Ucrânia.

"Ele parece estar se isolando, e há alguns indícios de que ele demitiu ou colocou em prisão domiciliar alguns de seus conselheiros", disse Biden. "Mas eu não quero apostar muito nisso neste momento."

O presidente americano tem cometido o que adversários consideram gafes durante a guerra na Ucrânia, e chegou a dizer, na última semana, que Putin não poderia continuar no governo na Rússia, "pelo amor de Deus".

Na quarta-feira (30), a diretora de comunicação da Casa Branca, Kate Bedingfield, disse a jornalistas que a Rússia cometeu um "erro estratégico" e que a falta de relatórios precisos levou a uma "tensão constante entre Putin e sua liderança militar".

O Kremlin reagiu nesta quinta. "Nem o Departamento de Estado nem o Pentágono têm informações reais sobre o que está acontecendo no Kremlin", disse o porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, a jornalistas.

"Eles simplesmente não entendem o que acontece no Kremlin, não entendem o presidente Putin, não entendem o mecanismo de tomada de decisões e não entendem a maneira como trabalhamos", afirmou.

"Isso não é apenas uma pena, mas causa ansiedade. Porque um mal-entendido tão completo leva a decisões erradas, a decisões precipitadas que têm consequências muito ruins", completou.

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