Uma das táticas utilizadas começa com ligações silenciosas ou muito rápidas. Nessas chamadas, os golpistas conseguem captar trechos da voz de quem atende. Posteriormente, esses áudios são inseridos em softwares capazes de reproduzir a fala da vítima com grande semelhança. A partir disso, passam a enviar mensagens e áudios, principalmente via WhatsApp, alegando situações urgentes para pedir dinheiro.
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Uma das táticas utilizadas começa com ligações silenciosas ou muito rápidas. Nessas chamadas, os golpistas conseguem captar trechos da voz de quem atende. Posteriormente, esses áudios são inseridos em softwares capazes de reproduzir a fala da vítima com grande semelhança. A partir disso, passam a enviar mensagens e áudios, principalmente via WhatsApp, alegando situações urgentes para pedir dinheiro.
"Todos os consumidores precisam desconfiar e ficar atentos às tentativas de criminosos que utilizam o padrão vocal, igual ou muito parecido, capturado da pessoa cujos contatos pretendem enganar", afirma o coordenador executivo do Procon Pelotas Crístoni Costa.
Após criar a falsa identidade, os criminosos costumam entrar em contato com pessoas próximas da vítima, relatando emergências financeiras para pressionar o envio imediato de valores. As transferências geralmente são feitas via Pix, QR Code ou depósitos bancários. Também são comuns tentativas de obter dados pessoais e senhas por meio de links falsos enviados por SMS, e-mail ou aplicativos.
Outro método frequente envolve alegações de problemas em contas bancárias ou compras suspeitas, com o objetivo de obter informações sigilosas. A principal característica desses golpes é a urgência, usada para impedir que a vítima confirme a veracidade da história.
"Quando há pressão para envio imediato de dinheiro ou compartilhamento de dados, é importante interromper o contato e tentar confirmar a informação por outro meio", orienta Costa.
Para se proteger, a recomendação é desconfiar de contatos desconhecidos e não interagir com ligações que ninguém fala nada do outro lado, evitar compartilhar dados sensíveis e buscar confirmar a identidade por outros meios, como videochamadas. Caso haja suspeita, o ideal é registrar ocorrência junto à Polícia Civil.
VIA… NOTÍCIAS AO MINUTO

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