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sábado, 25 de outubro de 2025

Outubro Rosa: como receber o auxílio-doença em tratamento de câncer

Inca estimou 73.610 novos casos este ano no país

© José Cruz/Agência Brasil

No Outubro Rosa, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimou 73.610 novos casos este ano no país. É o câncer que mais mata mulheres no Brasil. As mulheres em tratamento pela doença têm o direito de receber o auxílio-doença ou o benefício de prestação continuada.

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sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Inca estima 73,6 mil novos casos de câncer de mama no Brasil em 2025

São estimados 73.610 novos casos este ano no país

© Divulgação/Sociedade Brasileira de Mastologia

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país. 

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Fundação Laço Rosa busca empregabilidade da paciente com câncer

A proposta da campanha este ano é reafirmar a importância de se mudar a legislação brasileira, que hoje não garante estabilidade de emprego para pacientes com câncer

© Divulgação
A empregabilidade e o empreendedorismo da paciente com câncer constituem as principais pautas da Fundação Laço Rosa este ano durante o Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção e ao combate ao câncer de mama. Os temas motivaram o mais recente projeto da entidade, a plataforma “Contratada”.

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Uma em cada 12 mulheres receberá diagnóstico de câncer de mama

O Brasil somará aproximadamente 60 mil novos casos de câncer de mama em 2019

© iStock

O Outubro Rosa é o mês dedicado a conscientização do câncer de mama. Além de falar sobre tratamento e formas de prevenção, diversos institutos da área contabilizam os dados mais recentes em relação à doença.

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Outubro rosa: como prevenir doenças do coração

Doença cardiovascular continua sendo o principal risco de mortalidade e piora da qualidade de vida das mulheres que sobrevivem ao câncer de mama

© iStock (Foto ilustrativa) 
Estudo publicado no periódico JACC CardioOncology descreveu o resultado do acompanhamento de mais de 4000 mulheres com câncer de mama em relação ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Mulheres com idade entre 50 e 79 anos e fisicamente ativas antes do diagnóstico de câncer de mama tiveram 20% a 37% menos eventos cardiovasculares quando comparadas às mulheres sedentárias. Os eventos estudados foram: angina (dor no peito), necessidade de cirurgia para revascularização miocárdica (conhecida como “cirurgia de ponte de safena”), AVC (o popular “derrame”) e doença vascular periférica.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Pacientes com câncer têm direitos trabalhistas e benefícios; saiba mais

Para ter acesso, é necessário estar na condição de segurado da Previdência Social e passar por perícia médica do INSS

© iStock


Pacientes com câncer no Brasil têm diversos direitos específicos previstos nas legislações trabalhista, previdenciária e tributária. Saber disso é importante especialmente durante o Outubro Rosa, mês de conscientização para a prevenção e diagnóstico da doença na mama.

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Humanização do tratamento de câncer de mama ajuda no combate à doença

No Outubro Rosa, médicas ressaltam o quanto os cuidados com a saúde física e mental são essenciais no processo de recuperação

© iStock (Foto ilustrativa) 
A cada ano, a luta contra o câncer de mama conta com um importante aliado: o Outubro Rosa, um mês inteiro dedicado à conscientização, à prevenção e ao diagnóstico da doença. A campanha chama a atenção para diferentes estadios do câncer de mama e seus procedimentos adequados, sendo que um deles tem merecido atenção especial: a humanização do tratamento. Muitos oncologistas e psicólogos especialistas na área observam o equilíbrio psicoafetivo como aliado e agente motivador dos pacientes.

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Diagnóstico do câncer de mama: tire 5 dúvidas

O câncer de mama é o segundo tipo que mais acomete mulheres no país, atrás apenas do melanoma

© iStock

Neste mês comemora-se mundialmente o Outubro Rosa. O nome do movimento popular remete à cor do laço rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o segundo tipo que mais acomete mulheres no país, atrás apenas do melanoma. O diagnóstico precoce, geralmente realizado em exames de rotina, aumenta as chances de cura da doença.
Vale reiterar a importância do médico patologista para o diagnóstico da doença. A patologista Cristiane Nimir, especialista em mama e integrada ao núcleo de mastologia do Hospital Sírio-Libanês, esclarece algumas dúvidas sobre o assunto:
1 - Qual o melhor método para detecção do câncer de mama?
Não existe um único método. O diagnóstico é multidisciplinar por envolver diversos profissionais da área da saúde com papéis diferentes como o mastologista que faz o exame clínico, o radiologista responsável pelos exames de imagem e o patologista que analisará, se necessário, uma eventual biópsia ou punção aspirativa da lesão.
2 - Quando a biópsia é indicada?
Os exames clínicos e de imagem determinam a necessidade ou não de uma biópsia (procedimento invasivo no qual pequeno fragmento da lesão é amostrado). O exame anatomopatológico realizado pelo patologista determina se a lesão estudada é de caráter maligno ou benigno. De posse de todos estes resultados a equipe multidisciplinar define o melhor tratamento para a paciente.
3 - Qual o tipo de exame mais frequente para diagnóstico?
A modalidade mais utilizada para rastreamento é a mamografia. Este exame é capaz de detectar lesões ou alterações no tecido mamário que são suspeitas de neoplasia. A mamografia tem resolução e capacidade de identificar lesões em mamas menos densas. A mama de pacientes acima de 45 anos começa a ter menor densidade e assim permite diagnóstico de lesões menores, ainda no início. Em mama de pacientes mais jovens, abaixo dos 45 anos, é recomendada a ultrassonografia em associação ou não com a mamografia. Outra modalidade é a ressonância nuclear magnética, que tem indicações mais precisas, em especial no contexto de câncer de mama familiar e neoplasia lobular.
Os exames de imagem detectam a presença de nódulos ou alterações no tecido mamário, e a indicação para realização da biópsia. O diagnóstico definitivo só é possível com a análise do tecido mamário pela biópsia (pequeno fragmento) ou citologia (um aspirado feito com agulha).
4 - Quando a ultrassonografia é indicada?
A ultrassonografia é capaz de identificar lesões em tecidos mais densos. Vale uma ressalva, câncer de mama em paciente com menos de 30 anos é um evento raro e, quando ocorre, apresenta-se com características passíveis de serem detectadas pela mamografia.
5 - Quais as limitações que cada exame tem?
A maioria das limitações se enquadra da impossibilidade de definir com 100% de certeza se a imagem detectada representa um câncer ou tecido normal da mama. Quando um tecido no estudo de imagem é tido como suspeito, entra em cena o patologista que determina se a lesão estudada é de caráter maligno ou benigno a partir de uma pequena amostra da mesma. Às vezes, esta definição também é difícil para o patologista, que ainda tem a alternativa de utilizar exames do tipo imuno-histoquímica para auxiliá-lo no diagnóstico.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Atividade física é aliada no tratamento do câncer de mama; saiba mais

Apenas 32% das mulheres com câncer de mama atingem o nível de atividades físicas recomendadas

© iStock
Até pouco tempo atrás, acreditava-se que mulheres que estão passando ou passaram pelo tratamento de câncer de mama não podiam fazer atividades físicas regulares, pois poderiam levar à piora de algumas complicações decorrentes do tratamento, como, por exemplo, o linfedema, um inchaço crônico nos braços que pode aparecer após a cirurgia e causar muitas dores.

Essa crença era ainda maior em casos de metástases ósseas, quando a doença original atinge os ossos, mas a atividade física controlada ajuda e alivia esses sintomas, diminui os efeitos colaterais do tratamento e atua em caráter preventivo para que o câncer não retorne.
Um estudo realizado na Universidade de Yale, nos Estados Unidos mostrou que, pacientes com câncer de mama, que caminhavam três horas por semana, tiveram em média 46% mais chances de cura, se comparadas as outras pacientes que não possuíam este hábito. Todavia, em pacientes que aderiram a esta prática após décadas de sedentarismo, a porcentagem foi de 33%.
“Engana-se quem acredita que o paciente com câncer precisa ficar de repouso absoluto e está isento de praticar exercícios físicos. Se a pessoa tiver boa capacidade funcional, a atividades físicas e, principalmente, exercícios aeróbicos são grandes aliados. Dessa forma, pacientes com câncer de mama devem praticar exercícios físicos e cuidar da alimentação, de forma a não ganhar peso durante o tratamento”, destaca Dr. Marcelo Bragança dos Reis, responsável pelo setor de Onco-Ortopedia da UFRJ.
Outros estudos ainda revelam que é pequena a proporção de mulheres diagnosticadas com câncer de mama que realizam atividades físicas regulares. Segundo pesquisa publicada pelo International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e foi tema do American Society of Clinical Oncology 2015 (ASCO), apenas 32% das mulheres com câncer de mama atingem o nível de atividades físicas recomendadas para mulheres que não têm a doença, isto é, 150 minutos/semana. Além disso há uma tendência à redução em duas horas/semana do nível de atividade física após o diagnóstico de câncer de mama, sendo que mulheres obesas apresentam uma redução ainda maior.
Mas quando não é recomendado?
Algumas situações clínicas podem impedir temporariamente a paciente de praticar atividade física. Saber como estão as taxas sanguíneas é extremamente importante antes de iniciar qualquer exercício, não é indicado para pacientes com anemia e com nível baixo de plaquetas e pacientes com alterações cardiovasculares graves.
Pacientes com metástase óssea, assim como osteoporose, artrite e lesões nos nervos devem evitar exercícios que provoquem tensão nos ossos, para esses casos são indicados exercícios de baixo impacto como hidroterapia e hidroginástica
Respeitar os limites físicos é muito importante para definir quais atividades são ideais. É importante que a paciente encontre harmonia entre exercícios que não exijam demais do corpo que está fragilizado, apresentem resultados positivos e lhe traga prazer.
"Numerosos estudos já comprovaram a eficácia da atividade física na prevenção do câncer. Caminhar, correr, jogar tênis ou até mesmo praticar jardinagem são formas de exercício. Não só queima calorias, mas também pode ajudar a diminuir a ansiedade, a fadiga durante o tratamento do câncer e o risco de recidiva da doença. Vale lembrar que para iniciar exercícios físicos com mais segurança, consulte sempre o seu médico", alerta Dr. Marcelo Bragança dos Reis.

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Cartões postais recebem iluminação para alertar sobre o câncer de mama

Congresso Nacional, Cristo Redentor e o Palácio Anchieta, no Espírito Santo, são alguns dos monumentos que aderiram à campanha

© Reuters
Neste mês de outubro, alguns dos principais cartões postais do País recebem uma iluminação especial na cor rosa para marcar a luta contra o câncer de mama. A campanha mundial faz um alerta às mulheres e à sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce da doença.

As torres e cúpulas do Congresso Nacional em Brasília se unem, nesta terça-feira (4), ao restante do planeta na campanha que foi batizada de Outubro Rosa em homenagem à cor do laço rosa, ícone que simboliza a luta contra a doença. Além do Congresso, o Palácio do Planalto e a Catedral receberão iluminação especial durante o mês inteiro, assim como a Esplanada dos Ministérios.
De acordo com o Portal Brasil, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, também ganharão luz rosa, alertando as mulheres e a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.
A ação tem o apoio da Arquidiocese do Rio de Janeiro, com a iluminação da catedral de São Sebastião. O terraço de um dos hotéis mais famosos, em Copacabana, ganhará decoração especial com vários tons de rosa para chamar a atenção de quem passar pela Avenida Atlântica.
Vários museus do País também participarão da campanha. Entre as instituições que participam da iniciativa estão o Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (RJ), Museu Casa Histórica de Alcântara (MA), Museu Nacional de Belas Artes (RJ) e o Museu Casa dos Ottoni, na cidade de Serro (MG). O Museu Imperial em Petrópolis também já se iluminou para o Outubro Rosa.
No Espírito Santo, o Palácio Anchieta também já esta iluminado para o mês especial. Para aderir à campanha, basta que, durante o mês de outubro, os demais monumentos iluminem de rosa suas fachadas ou parte delas, ou apenas exibam um facho de luz nesta cor.
História
Criado nos Estados Unidos, o movimento surgiu após o congresso norte-americano adotar outubro como o mês de prevenção do câncer de mama. Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com laços rosas, principalmente nos locais públicos. Depois surgiram outras ações como corridas, desfiles de moda e jogos.
O ato de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e outros pontos turísticos veio posteriormente. Foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e, principalmente, ser replicada em qualquer lugar, bastando adequar a iluminação já existente com um filtro rosa.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Câncer de mama responde por 25% dos novos casos a cada ano

A prevenção é fundamental, pois quanto mais cedo for descoberto, maior é a chance de cura

© Reuters
O câncer de mama é uma doença muito comum entre as mulheres. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), depois do câncer de pele, o câncer de mama responde por aproximadamente 25% dos novos casos a cada ano.

De acordo com o Extra, o tratamento neste caso de câncer depende do estágio da doença e é analisado caso a caso, podendo consistir basicamente em quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Mas a prevenção é fundamental, pois quanto mais cedo for descoberto, maior é a chance de cura.
O mastologista Marcelo Bello, do Inca, destaca que outra parte importante do tratamento é referente a anatomia da mama, que tem implicações não só estéticas, mas também psicológica. “A autoestima da mulher costuma melhorar após a cirurgia de reconstrução. Porém, para um resultado melhor, é preciso se informar sobre os diversos tipos de reconstrução, e os seus resultados”, diz.
Este mês, chamado Outubro Rosa, é oficialmente usado para conscientizar mulheres sobre a importância de prevenir a doença.

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