Nesta quarta-feira, dia 1º, a administração argentina cobrou o Brasil pelo seis pousos em solo brasileiro do avião britânico Real Força Aérea
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| © Reuters |
O governo da Argentina mostrou "preocupação" por seis voos realizados no ano passado por um avião britânico às ilhas Malvinas, chamadas pelo Reino Unido de Falkland, que fizeram durante o seu percurso uma parada em aeroportos brasileiros.
Nesta quarta-feira, dia 1º, a administração argentina cobrou o Brasil pelo seis pousos em solo brasileiro do avião britânico Real Força Aérea, que depois teve como destino a base aérea de Monte Agradable, localizado no arquipélago.
Segundo o nosso país vizinho, que reivindica a soberania das ilhas apesar do território pertencer oficialmente ao Reino Unido, após uma guerra, mais outros 12 voos semelhantes já haviam sido detectados.
De acordo com o Ministério de Relações Exteriores do país sul-americano, os voos aconteceram mesmo com o "compromisso brasileiro de não receber em seus aeroportos e portos, aeronaves ou navios britânicos de guerra deslocados aos arquipélagos sob disputa". Sobre o assunto, a Embaixada argentina no Brasil deverá pedir explicações ao Itamaraty, que reiterou o apoio ao país na questão das Malvinas.
Já a Embaixada da nossa nação em Buenos Aires e outras fontes brasileiras da área diplomática brasileira disseram que investigarão o caso, mas que os voos deveriam ser de caráter humanitário, emergencial ou logístico.

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